Direita usa mulheres para aprofundar o regime de repressão: aumento da pena por feminicídio

PM ataca mulher

Nesta quarta-feira (28-11), os deputados federais , seguindo a campanha mundial Imperialista dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as mulheres, aprovaram quatro projetos de lei na Câmara de Deputados contra o feminicídio.

A corrupta e golpista Câmara de Deputados, que atacou sem tréguas a primeira presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, do PT, quer que acreditemos que agora estão aprovando, em pleno golpe, leis para “proteger” as mulheres de agressão física, moral e psicológica, provocada pelos homens?

Na verdade é mais uma das artimanhas da direita golpista, que apoiou um fascista para presidência da República, Jair Bolsonaro, que em seus discursos, a mulher vale menos que seu cachorro, para estabelecer leis que simplesmente aumentarão à repressão no País.

Com o apoio da esquerda pequeno burguesa, que comemora essas leis, a direita  golpista vai aumentando o poder do Estado golpista sobre os cidadãos, com leis que usam o pretexto de corrigir  preconceitos, nesse caso contra as mulheres, para que a polícia e o Poder Judiciário ganhe novos arsenais jurídicos para reprimir ainda mais a população brasileira.

Quanto ao Estado golpista, e os deputados do Congresso estarem preocupados com as agressão que às mulheres sofrem no dia dia, é puro cinismo e hipocrisia, pois basta ver que os policiais no Brasil, agridem, batem e até matam mulheres, e ninguém saem em defesa das mulheres, pelo contrário, os policiais na maioria dos casos são condecorados.

Essa posição reacionária da direita que domina o congresso fica evidente também pela campanha que muitos desses senhores vem impulsionando de perseguição e ataques contra os educadores, em sua maioria mulheres, por meio da Escola com Fascismo, para cassar todo tipo de liberdade de expressão nas Escolas e Universidades.

Somente a mobilização contra os golpistas, da luta nas ruas contra o governo Bolsonaro, é possível impedir o avanço da direita, de suas concepções ideológicas contra as mulheres, maioria de nossa nação, e contra todo o povo pobre e trabalhador do País.