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Novo ataque ao acampamento Che Guevara em Rondônia deixa claro que o ataque dos latifundiários e das milícias fascistas aos assentamentos dos sem terra não é uma ação isolada
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Campo de Futebol | Foto: Arquivo do acampamento Che Guevara/ MST

O novo ataque ao acampamento Che Guevara em Rondônia deixa claro que o ataque dos latifundiários e das milícias fascistas aos assentamentos dos sem terra não é uma ação isolada, mas algo que vem se organizando a muito tempo, mesmo antes da posse do golpista Bolsonaro.

O acampamento Che Guevara, que tem esse nome para representar a luta contra o imperialismo, existe há mais de 20 anos, tendo começado inicialmente com 70 famílias vindas do Mato Grosso no ano de 1997.

Já em 2005 o acampamento sofreu sua primeira ação de despejo, hoje com o assentamento produzindo milhares de toneladas e alimentos a justiça a serviço dos fazendeiros e madeireiros da região quer colocar os sem terra na rua.

Além da pressão da justiça existe também a agressão física, moral e psicológica contra os sem terra, pistoleiros armados rotineiramente invadem e queimam as casas, as plantações e ameaçam, com isso muitos deixam o local temendo pela própria vida e dos familiares.

Rondônia é um estado muito cobiçado por madeireiros, fazendeiros, são inúmeros conflitos agrários. Nos anos de 2016 e 2017 acampamentos do MST sofreram ações de despejos violentas impulsionadas por grupos de pistoleiros.

“A milícia veio, ameaçou, queimou acampamento. Depois não teve como continuar com a luta porque as pessoas ficaram com medo”, afirmou Camilo Augusto, da Direção Estadual do MST/RO.

Além dos despejos do acampamento Che Guevara, existem mais 12 acampamentos ameaçados por ações de despejo em Rondônia em 2020, de acordo com um levantamento realizado pela Agência Pública.

Diante de tantos ataques organizados em todo Brasil organizados pela extrema-direita, representada nesse caso pelos latifundiários e industrias de alimentos e de exploração dos recursos ambientais, é preciso unificar a luta em torno da palavra de ordem de “Fora Bolsonaro”.

Essa palavra de ordem deve ser levada adiante não como apenas frase efeito ou para fazer demagogia com o povo durante as eleições, mas para mobilizar a população da cidade e do campo para a derrubada desse governo fascista e entreguista.

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