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Uma das políticas macabras que os golpistas têm para os funcionários públicos e das estatais é a liquidação dos seus planos de saúde.

Essa política atende, por um lado, aos banqueiros, na medida em que força os trabalhadores a adquirirem os planos privados de saúde administrados pelos bancos e por outro, diminuir os custos das empresas estatais e de economia mista, com objetivo de privatizá-las.

Foi justamente para atender o segundo propósito que o Banco do Brasil acaba de lançar edital de concurso público para escriturários sem citar entre as vantagens do cargo o direito à assistência médica.

Dessa forma o BB se submete à resolução da CGPAR – Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União – publicada de janeiro passado e que determina que “Os editais de processos seletivos para admissão de empregados das empresas estatais federais não deverão prever o oferecimento de benefícios de assistência à saúde”.

Outras empresas do governo já anuciam o lançamento de editais em um futuro próximo, também seguindo os ditames da CGPAR., entre elas a Caixa Econômica Federal.

Por outro lado, àqueles trabalhadores que hoje detém o direito à assistência médica, também estão tendo seus beneficios diminuídos e as contribuições dos funcionários aumentadas exponencialmente, como foi o caso dos trabalhadores dos Correios, que numa situação inédita, tiveram como árbitros do seu plano de saúde, o Tribunal Superior do Trabalho. Ou seja, o Judiciário que manda e desmanda no país a favor do golpe de Estado, promovendo verdadeiras atrocidades políticas como vemos no caso da Operação Lava Jato, onde os próprios ministros rasgam a Constituição que dizem defender.

Essa é a tônica da política golpista para os trabalhadores das empresas públicas e estatais. O impasse a uma efetiva reação dos trabalhadores à destruição dos seus direitos, reside no fato de que assim como o governo impõe a sua política via Golpe, a reação dos trabalhores tem necessariamente de ser contra o golpe de conjunto e não simplesmente contra suas medidas.

De nada vai adiantar uma luta isolada de uma categoria para pressionar uma empresa ou um tribunal. Apenas a luta contra o golpe, que unifique o conjunto dos trabalhadores em uma só luta é que abrirá caminho para reverter todos os ataques impostos aos trabalhadores.

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