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02/09/2018 - Incêndio destroe acervo e prédio do Museu Nacional da Quinta da Boavista, em São Cristovão, Rio de Janeiro, Brasil. Foto de Alexandre Brum - CIDADE POLICIA INCÊNDIO FOGO BRAZIL CULTURA
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A ofensiva dos golpistas com o corte nos gastos públicos reflete em vários setores, a exemplo da cultura. No último domingo um incêndio de grandes proporções atingiu o Museu Nacional, localizado no Rio de Janeiro. Foram pelo menos 20 milhões de peças queimadas, o que representa uma verdadeira perda histórica ao povo brasileiro.

Como se não bastasse o ataque dos golpistas, que cortam investimentos para beneficiar seus próprios interesses, o ministro da Secretária de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, zomba da população. Em uma entrevista coletiva à imprensa, afirma que “na televisão, por exemplo, eu não tenho visto ultimamente, pelo menos em um horário, […], alguém destacando a história do museu, valorizando o museu para que ele se tornasse mais amado pela nossa população. Está aparecendo muita viúva apaixonada, mas na verdade essas viúvas não amavam tanto assim o museu”.

A prática demonstra que, para o ministro, investimentos em cultura, educação e pesquisa são irrelevantes. Nesse ano, por exemplo, não houve repasses para o Museu Nacional. Em contrapartida, os recursos foram destinados para financiar a intervenção militar no Rio de Janeiro. Esse incentivo aos agentes da repressão é mais um ataque ao povo brasileiro. Marun afirma ainda que “o Congresso pode até destinar mais recursos para o setor, mas destacou que o dinheiro terá que sair de outras áreas” e que “enquanto tivermos uma responsabilidade fiscal e uma Previdência cujo déficit tira dos cofres públicos R$ 1 bilhão por dia”.

Além dos comentários estúpidos, Marun demonstrou não ter o mínimo de conhecimento da situação em que se encontrava o local antes do incêndio. Na mesma coletiva, o ministro fala que “temos que buscar formas de receita que não sejam somente o aporte de recursos da União”. Neste ano, o Museu Nacional não teve nenhum repasse de verbas e estava efetuando vaquinhas para realizar eventos culturais.

A administração do Museu Nacional era realizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, que de modo geral vem sofrendo um intenso corte de gastos devido à falta de repasses do governo a instituição. Para a reconstrução do local, os golpistas pedem apoio de bancos como a Caixa Econômica, Bradesco e Santander.

O incêndio mostra a política dos golpistas em todo país: corte de gastos públicos, financiamento de grandes empresas privadas e ataque direto à população. Nesse sentido se faz fundamental a mobilização popular, na luta contra o golpe e pela candidatura do único líder popular capaz de barrar esses retrocessos: Lula.

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