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As ameaças a professores e estudantes universitários cresceu muito desde que o golpe de Estado foi dado no país, colocando a extrema-direita em diversos ataques frontais contra a liberdade de pesquisa e cátedra.

No ano passado, não só o Escola Sem-Partido, como demais movimentos da direita na educação tiveram forte papel na perseguição de professores e estudantes de esquerda. Não só atacaram greves e movimentos, como atacaram intelectuais como Juddith Buttler.

No final do ano passado, uma professora da Unicamp que abordou o tema homossexualidade foi ameaçada de morte, sendo feita uma ligação anônima para o departamento em que ela trabalha. O fato haveria ocorrido por causa da professora dar aulas em um programa para adolescentes das escolas públicas sobre redação e produção de texto, colocando para debate a temática em duas oportunidades.

A direita fascista se organiza para atacar todas as liberdades e a universidade é um centro deste ataque, havendo um endurecimento geral em toda a comunidade acadêmica. Nem mesmo os reitores estão livres dos ataques e arbitrariedades dos golpistas. Para evitar todo este avanço, é necessário enfrentar-se frontalmente contra o golpe.

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