Direção do Banco do Brasil pretende diminuir mais posto de trabalho

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Praticamente todos os dias os trabalhadores do Banco do Brasil são surpreendidos com medidas, da direção da empresa, com vistas a pavimentar o banco para a sua privatização. Para isso utilizam de todo o tipo de manobras.

Em reunião com os gerentes do departamento de Suporto Operacional (PSO), o banco determinou que as transações nos guichês dos Caixas Executivos, nas agências, sejam reduzidas; agora se um cliente for fazer alguma transação, nesse tipo de atendimento, e solicitar o saldo da sua conta, por exemplo, não poderá ser atendido, ou seja, esse tipo de atendimento só poderá ser feito por outro mecanismo. O agravante de tal medida, e o que realmente está por de trás desse mecanismo do banco, é maquiar estatísticas de quantidade de transações nos caixas para cortar postos de trabalho.

Há por parte do governo golpista e ilegítimo, Bolsonaro e seus lacaios, que hoje ocupam a direção do banco, uma política sistemática de ataques aos trabalhadores e o patrimônio do povo brasileiro, neste caso o Banco do Brasil. Desde o início, o golpe de estado tem como um dos seus objetivos privatizar todas as empresas estatais. Não é por acaso que o presidente privatista do BB, Rubem Novaes, já anunciou aos quatro cantos do país que é necessário privatizar o banco; é a mesma direção que já fechou centenas de agências em todo o país, diminuiu o quadro funcional da empresa em mais de 10 mil trabalhadores, aumentou o nível de terceirizações, tenta a todo o custo liquidar com o plano de saúde dos funcionários, etc.  A tentativa de diminuir postos de serviços nas agências bancárias vai na esteira de liquidar com o patrimônio do povo brasileiro e entregar de mão beijada para os banqueiros nacionais e internacionais.