Prefeitura de Curitiba
PCO não abaixa cabeça para fascista, Diogo Furtado ataca candidata nazista e recebe ameaça de processo.
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Política do PCO é de defesa do povo. | DCO

Em um debate realizado na rádio Jovem Pan na manhã da terça-feira (10) em Curitiba, os candidatos Marisa Lobo (AVANTE) e Diogo Furtado (PCO) repercutiram na imprensa após o candidato do PCO chamar a apoiadora de Bolsonaro pelo seu verdadeiro nome: nazista.
Desde o início do debate o candidato do PCO pontuou uma questão importante: “Toda bancada a favor do Greca, do Ratinho Jr, que é tudo bolsonarista, são todos golpistas a favor da privatização em massa, do genocídio, da abertura das escolas sem preparo algum, e o Partido da Causa Operária está aqui para denunciar. O partido da luta contra o golpe!”.
Já dentre os demais participantes, um dos que mais se destacava era justamente Marisa. A mesma se apresenta como “psicóloga cristã”, ativista contra à “ideologia de gênero”, e “a única que milita ao lado do presidente desde 2011”.
Como defensora ferrenha do bolsonarismo, Marisa ataca os demais candidatos por “fingirem” estar do lado do presidente, e que nenhum teria a dedicação que ela tem para com a “luta conservadora”. Contudo, sua atividade na extrema-direita não se resume a proximidades individuais.
Marisa é também uma das defensoras da escola sem partido, e quando atacada pela justiça por fazer propaganda fascista nas escolas, em torno de um suposto “kit gay”, foi representada pela advogada Damares, hoje ministra do governo Bolsonaro.
Todos estes fatores comprovam em dados a declaração do candidato do PCO, que foi respondida com uma promessa de processo pela fascista. Marisa acusa o PCO de querer “lacrar”, e usar uma eleição “tão importante” para atacar o governo Bolsonaro.
De fato, o PCO não vive de demagogia, o ataque ao governo Bolsonaro e a candidata nazista é mais uma comprovação que o partido chama os inimigos da população pelo seu verdadeiro nome.
Esta situação, se repetiu em outros locais do país. Além de Diogo Furtado, Luiz Delvair em Porto Alegre ganhou destaque nas eleições justamente por atacar a direita fascista e não abaixar a cabeça.
Delvair denuncia frequentemente Marchezan, nome do PSDB responsável por todos os ataques aos trabalhadores na cidade. Bolsonarista ferrenho, Marchezan foi denunciado por Delvair em diversas oportunidades, “dando nome aos bois”, como deve ser feito.
Em toda esta campanha foram incontáveis as vezes em que o candidato do PCO na capital gaúcha foi censurado, inclusive ao vivo, nos debates e pelas emissoras. No entanto, o partido não abaixou a cabeça e continuou uma ferrenha denuncia aos ataques feitos contra a população.
Um outro caso que ganhou grande repercussão, e que comprova esta posição firme do PCO na defesa do povo, foi com o candidato Victor Assis, candidato à prefeito em Recife.
Em um debate feito entre os candidatos, Victor denunciou Mendonça Filho, ex-ministro da Educação e ativo golpista. O candidato do PCO também foi censurado e impedido de sequer manter o cartaz “Fora Bolsonaro” atrás de si durante a transmissão, porém, manteve-se firme e deixou às claras a posição do Partido e toda a farsa que estava montada nas eleições e no próprio debate.
Os ataques feitos contra o PCO, as censuras e processos, de nada afetam a política do partido. O PCO intervém nas eleições justamente para denunciar a fraude, e esclarecer a população que o único caminho é da organização e da mobilização contra os golpistas.
Para o PCO não há demagogia, o partido não tem medo de falar o que pensa, pois seu papel é a defesa do trabalhador e não abaixar a cabeça frente à burguesia e seus candidatos.
Por isso, a postura dos candidatos do partido são sempre claras e contundentes, assim como a de Diogo em Curitiba, que abertamente denunciou Marisa, e não teve suas colocações enfraquecidas com as ameaças da extrema-direita.
O motivo do partido se portar de maneira tão diferente dos demais deve-se ao fato de não ter dois programas, um para as eleições e outro para fora delas. O PCO vê nas eleições uma maneira de intervir politicamente e organizar os trabalhadores. De nada adianta manter-se em promessas eleitorais e nada fazer quanto a luta contra Bolsonaro e os golpistas.
A situação no país é muito grave e não deve-se escondida dos olhos da população. É este o papel que o PCO desempenha nas eleições.
Por isso, que o partido busca fazer das eleições uma tribuna de luta dos trabalhadores, e chama todos aqueles dispostos a lutar contra Bolsonaro a se juntar ao partido nesta luta. O voto no PCO é o voto contrário à demagogia eleitoral, é uma sinalização do desejo de luta do povo brasileiro.

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