Candidatos de luta
Segue a entrevista do companheiro Dimitri ao DCO, que defende em sua prática militante o programa partidário.
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Companheiro Dimitri Guandalim | Foto: Reprodução

Como parte da série de entrevistas das candidaturas do PCO a este diário, Dimitri Guandalim defende a construção de um partido operário e independente, o Partido da Causa Operária (PCO). Proposta que está muito além do que a imprensa burguesa ousa propagandear. Por isso, reconhece-se a importância de uma imprensa independente, que acima de chamar o povo para votar em candidatos com promessas vazias, chama todos os trabalhadores a lutarem para derrubar o golpe e instaurar o socialismo. 

 

O professor de geografia e história da rede municipal de Araraquara é militante do partido desde 2018, quando tinha 28 anos de idade, como também luta no coletivo Educadores em Luta, coletivo sindical do PCO. Para conhecer melhor sobre sua trajetória de luta e sobre as propostas do partido, segue a entrevista do companheiro ao Diário da Causa Operária.

 

Diário Causa Operária: O que representam as candidaturas do PCO, o que representa a sua candidatura na cidade de Araraquara?

 

Dimitri Guandalim: “Às candidaturas do PCO representam uma tribuna da luta pelo Fora Bolsonaro, contra o golpe de estado que foi dado no País, pela candidatura de Lula em 2022, pela anulação dos processos fraudulentos da lava jato, e pela restituição dos direitos políticos do ex presidente Lula, que era o presidente que deveria estar em exercício em nosso País. Elas representam um acúmulo e um avanço na luta dos trabalhadores, assim, os candidatos do PCO são forjados nas lutas de rua e de bairro, e por isso, o partido tem avançado como um todo no País e no exterior. Temos aí 70 candidatos em cidades do País, candidatos em 20 capitais e em todas as regiões. As candidaturas do PCO expressam uma evolução política de diversos setores da população que vêem no PCO um instrumento de luta e mobilização. Nesse sentido, representam a luta dos trabalhadores e a luta da população pobre e explorada contra o golpe de estado, contra o fascismo, e pelo Fora Bolsonaro.”

 

DCO: Como conheceu e como atua no partido? 

 

Dimitri Guandalim: “Sou filiado à APEOESP e ao Sindicato dos professores municipais de Taquaritinga. Conheci o Partido da Causa Operária por meio da militância de rua. Os militantes faziam uma intensa campanha contra o golpe de estado, com panfletagens e trabalho de venda de jornais. Desde então já observava a atuação do PCO, bem como sua ação na Apeoesp denunciando o avanço da extrema direita. Isso somado a imprensa do partido, com a qual aprendi muitas coisas que não sabia, me fez compreender que era necessário defender o Lula da perseguição implacável da lava jato, por isso busquei um partido de luta, como o PCO. Hoje, além de militar em célula a dois anos, participo da frente sindical do partido dos Educadores em luta, cuja intervenção na APEOESP, bem como em todos os sindicatos dos professores do país tem sentido de evoluir a consciência política da categoria.” 

 

DCO: O que você espera no período pós eleições?

 

Dimitri Guandalim: “O partido nos explica que as eleições não vão resolver nossos problemas – os problemas dos trabalhadores. Portanto, a luta permanece, e continuaremos a organizar nosso trabalho do dia a dia com as colagens, as vendas de jornais, as panfletagens no centro da cidade, os mutirões de bairro e a formação dos comitês de luta.”

 

DCO: Comente um pouco do programa do PCO para a educação, você como professor e militante.

 

Dimitri Guandalim: “O PCO combate o avanço da extrema direita em todas as frentes, a educação é mais uma delas. Temos como pautas centrais a luta contra as escolas militares, projeto impulsionado pelo bolsonarismo, o combate a escola sem partido, censura contra os estudantes e os professores. além de nos opormos de maneira contundente a volta às aulas em plena pandemia e o Ead, que na verdade é um projeto para privatizar o ensino. Defendemos também o fim do vestibular e um salário mínimo de 5 mil reais para os professores e todos os trabalhadores, para que não haja a miséria que hoje reina no País. Outra questão fundamental é a eleição de todos os diretores escolares, para que eles sejam ligados às bases da categoria e não as burocracias escolares. Finalmente, o PCO defende para as escolas o que ele defende para toda sociedade, liberdade de expressão e liberdade de organização.”

 

DCO: Considerações finais?

 

Dimitri Guandalim: “Bom, nós procuramos colocar toda a população explorada para fazer parte do Partido da Causa Operária, filiando-se, participando de suas atividades, militando no partido e em seus coletivos. Todos que queiram lutar para construir um partido operário e independente são mais que bem-vindos. Como aponta o programa da Quarta Internacional para a vitória, não é possível a construção do socialismo sem um partido revolucionário. Só assim é possível acabar com a decadência que vivemos.”

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