Dia 18, Pinacoteca inaugura exposição “Mulheres radicais: arte latino-americana, 1960-1985”

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A exposição “Mulheres radicais: arte latino-americana 1960-1985”, com obras de artistas latino-americanas e hispânicas nos Estados Unidos, não muito conhecidas mas pioneiras na forma como representaram o corpo feminino, começa neste sábado na Pinacoteca de São Paulo.

A mostra reúne um time de 120 artistas latino-americanas, de 15 países, que desafiaram não só o chauvinismo do mundo artístico como revolucionaram a arte nos anos 1960.  A exposição inclui artistas conhecidas, como a brasileira Lygia Pape e a argentina Marta Minujín, mas a maioria das obras pertencem a criadoras menos conhecidas, como a venezuelana Ani Villanueva.

Uma das problemáticas levantadas pela mostra é a ausência de artistas mulheres como formadoras da arte conceitual e experimental na América Latina. Parece que o jogo virou! “Mulheres radicais”, por meio de explorações de poéticas do corpo em conjunto com envolvimento em lutas sociais e políticas, superou esses esquecimento e invisibilidade das mulheres no mundo da arte.