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SÃO PAULO, SP, BRASIL, 31-03-2017: Manifestantes se reúnem na avenida Paulista para protestar contra as reformas do governo Temer (principalmente as reformas da Previdência e Trabalhista) e iniciar uma mobilização para uma greve geral no dia 28 de abril. Os protestos foram organizados por vários movimentos sociais (como Frente Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular) e sindicais (como a CUT), além de partidos políticos como o PT. Segundo os organizadores, aproximadamente 70 mil pessoas se reuniram na avenida, próximo ao Masp, e caminharam até a Praça da República. (foto de Jefferson Coppola)
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No dia 14 de setembro será realizado um ato nacional pela liberdade do ex-presidente Lula em Curitiba. O PCO está mobilizando sua militância para ir ao protesto, fazer campanha pelo ato e realizar atos regionais preparatórios para mobilizar o maior número de pessoas possível para irem a Curitiba no dia 14. Lutar pela liberdade de Lula é uma tarefa fundamental na luta contra a direita golpista e o imperialismo e uma etapa decisiva para derrotar o governo ilegítimo de Jair Bolsonaro e a direita golpista.

Há 503 dias, Lula está preso arbitrariamente em Curitiba, prisioneiro político da direita e de um regime que se torna a cada dia mais autoritário contra a população brasileira. Sua prisão foi decretada pelo ex-juiz Sérgio Moro, que o condenou sem provas e depois virou ministro da Justiça de Bolsonaro, cargo que ocupa até hoje. Desde o início do processo as irregularidades cometidas contra Lula foram amplamente denunciadas por sua defesa e por setores da esquerda, começando pela condução coercitiva no primeiro depoimento de Lula, até chegar à ameaça dos militares ao STF para impedir a concessão de um habeas corpus que poderia ter impedido a prisão de Lula no dia 7 de abril.

Portanto, lutar contra a prisão política de Lula é confrontar todo um aparato armado pela direita golpista dentro do Estado para perseguir a esquerda politicamente. Esse aparato é um setor importante do próprio bolsonarismo e de desenvolvimento da extrema-direita. A base do bolsonarismo está principalmente no aparato repressivo do Estado, além de uma pequena burguesia histérica diante da crise econômica. A oposição à perseguição contra Lula pressiona a direita, e é uma forma de agir contra a direita golpista, de fazer alguma coisa para impedir que os ataques da direita contra os trabalhadores continuem.

Ao lado da exigência do imediato fim do governo golpista, com a palavra de ordem Fora Bolsonaro!, é central neste momento exigir: Liberdade para Lula! Caso as massas nas ruas imponham a liberdade de Lula pela força da mobilização, inevitavelmente o golpe armado pelo imperialismo para submeter o país a interesses estrangeiros vai começar a desmoronar. Lula é um elemento de polarização contra o governo da direita, que está em crise e cuja impopularidade torna-se mais evidente do que antes todos os dias.

Por isso é preciso ampliar e estimular a mobilização em torno da questão da liberdade para Lula. Até que a campanha se generalize de forma que não seja mais possível conter essa exigência, impondo-se uma derrota decisiva à direita. Os atos que vêm ocorrendo desde maio já demonstraram que há uma tendência favorável à mobilização. É preciso aproveitar essa tendência enquanto é tempo. Todos a Curitiba dia 14! Liberdade para Lula!

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