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A Venezuela está sofrendo a mais brutal ofensiva golpista que o país já sofreu nos 20 anos de chavismo. O imperialismo, sobretudo o norte-americano, iniciou uma nova fase golpista para derrubar o presidente legítimo Nicolás Maduro, e Donald Trump ameaça cada vez mais o país com uma invasão militar.

Os países imperialistas e seus fantoches (como o Brasil e outras nações sul-americanas que vivem hoje sob regimes de direita, frutos de golpes de Estado) não reconhecem a vontade soberana do povo venezuelano, que escolheu Maduro em 20 de maio de 2018 e que o apoia diariamente em gigantescas manifestações de massa.

Pelo contrário, os cínicos imperialistas e seus clientes reconhecem como presidente da Venezuela um direitista que nem mesmo concorreu às eleições, Juan Guaidó. Treinado por ONGs financiadas pelo governo dos EUA, Guaidó é membro do partido de extrema-direita Vontade Popular. A Assembleia Nacional (legislativo), composta por partidos da direita opositora, que atua inconstitucionalmente desde 2015, o tem como presidente da Casa devido a um revezamento entre esses partidos. Guaidó sequer era o primeiro, o segundo ou mesmo o terceiro na linha de sucessão de seu partido no parlamento. No entanto, acabou sendo colocado na chefia da Casa.

Tudo como uma manobra do imperialismo norte-americano que, como revelou o Washington Post, ordenou Guaidó a se autodeclarar presidente da Venezuela, para, assim, iniciar um novo processo golpista que troque a presidência de Maduro por um cão adestrado de Washington.

Mas isso só será possível com uma invasão estrangeira ao país, porque a população venezuelana está em peso ao lado de Maduro e do governo chavista. Basta ver as grandes mobilizações dos últimos dias pelo país.

O imperialismo sabe disso e vem ameaçando com essa invasão. No último domingo (03), Trump reafirmou a possibilidade de uma invasão militar.

Por isso, diante de tamanha ameaça, os trabalhadores brasileiros devem expressar sua solidariedade e apoio ao povo venezuelano, realizando um amplo movimento organizado pelas instituições da esquerda como a CUT, o MST, a Frente Brasil Popular e os partidos, em todo o Brasil.

Porque a luta do povo venezuelano é a mesma luta do povo brasileiro: a luta para expulsar o imperialismo da América Latina, para expropriar a burguesia golpista que esmaga a classe trabalhadora, e a luta para impor um poderoso governo independente da classe operária, que atenda integralmente todos os seus interesses.

Na próxima sexta-feita (08), por decisão conjunta dos movimentos e partidos que compõem o Comitê Nacional Lula Livre, haverá manifestações em todo o Brasil em apoio ao povo da Venezuela contra o golpe imperialista. Os atos ocorrerão em frente aos consulados da Venezuela nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Manaus, Boa Vista e Belém, além da embaixada do país vizinho em Brasília. Também deverão haver atos em outras cidades onde não há instalações diplomáticas da Venezuela. Saiba onde ficam os consulados e a embaixada aqui.

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