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A instabilidade e a fraqueza política do governo golpista de Michel Temer supera todos os limites dia após dia. As forças mais imperialistas que agem no governo, de maneira articulada, trabalha para intensificar o processo de privatizações dos bens da economia nacional para o capital estrangeiro. Para isso, uma das meninas dos olhos para a venda é a estatal Eletrobrás.

Diante da dificuldade de conseguir força política entre os agentes nacionalistas, que já perceberam o desastre econômico para o País o andamento desse processo de privatização, o governo Temer tratou de fazer uma campanha publicitária pela privatização. A estratégia foi realizar uma “pesquisa de opinião” sobre a venda da Eletrobrás.

A pesquisa foi realizada RP Brasil Comunicações, no entanto, o resultado dessa consulta, pedido pela agência Reuters, foi negado pela diretoria da Eletrobrás. Mesmo diante da Lei de Acesso à informação, a estatal gerida por insignes golpistas destacados por Temer, se nega a permitira publicação dos dados.

Para isso, de forma cínica, se amparam em um trecho do decreto da Lei de Acesso à Informação que prevê uma permissão para não se divulgar os dados e caso de ser um que desprestigie a empresa no mercado de capitais. Assim, o trabalho pela privatização a qualquer custo continua em andamento.

A Eletrobrás, diante da questão se posiciona da seguinte maneira:”Trata-se de informação estratégica da Eletrobrás… vale ressaltar que a divulgação de informações a respeito do contrato com a RP é tão sensível que pode trazer prejuízos ao denominado processo de democratização”

Não precisa ter muita perícia em lógica para perceber que o real resultado dessa pesquisa de opinião é que a população rejeitou a privatização da Eletrobrás. A política dos golpistas é amplamente negada pelo povo, que sabe muito bem do que esse governo é capaz, mesmo com todo o obscurantismo para camuflar os dados da pesquisa de opinião.

Para derrubar o golpista e sua política de entrega dos bens brasileiros e dos direitos dos trabalhadores, é preciso anular o impeachment, impedir a prisão de Lula e derrubar a intervenção militar no Rio de Janeiro. Somente invertendo essa condição política do golpe, de maneira concreta, a população pode conter a disposição privatista do governo federal.

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