O prefeito mais coxinha do Brasil, João Doria do PSDB, responsável direto por inúmeras atrocidades contra o povo paulistano, em menos de um ano de mandato como prefeito da capital paulista, passou a ser rejeitado até pelos seus colegas de partido, os tucanos do PSDB. Dória, o mesmo que tacou fogo em favelas, derrubou prédios com moradores dentro, cortou leite das crianças carentes, quis dar comida estragada para as escolas da capital, vendeu todo o patrimônio de São Paulo, atacou o carnaval, entre outras proezas de um direitista descontrolado, não tem apoio nem mesmo dentro do próprio partido, é o que mostra a disputa que se dá no momento para definir o candidato ao governo do estado pelo PSDB.

Doria, como não poderia deixar de ser, se colocou como candidatável ao cargo, isso após ter sido fritado como um possível presidenciável. Todavia, se depender dos membros e dos principais caciques tucanos, o atual prefeito de São Paulo não chegará nem perto de se tornar governador. A resistência a Doria se expressa, por exemplo, na preferência de Alckmin, que será candidato a presidente, pela candidatura de Marcio França do PSB. Alckmin pretende construir uma aliança com PSB a nível nacional para fortalecer sua candidatura a presidência. Do outro lado, está o senador José Anibal, outro possível candidato ao governo de São Paulo, o qual tem apoio da ala ligada a José Serra.

Os tucanos, inclusive, estão armando um verdadeiro esquema para impedir de vez uma possível candidatura do alucinado Doria. O plano é realizar as prévias em maio, ou seja, após o prazo para descompatibilização do cargo. Doria seria obrigado a se afastar do cargo de prefeito, e, como tudo indica, acabaria perdendo as prévias, ficando fora da disputa para o governo estadual e fora, ainda por cima, da prefeitura de São Paulo.

O desprezo dos próprios tucanos a Doria é um reflexo direto da total e completa rejeição que o mauricinho coxinha tem de todo o povo paulistano, para não dizer do país inteiro. Em pouco tempo no cargo Doria conseguiu angariar  ódio de toda a população, onde passa é devidamente hostilizado, recebe o tratamento que merece um direitista inimigo das classes mais pobres. É preciso deixar claro, no entanto, que seus colegas de partido, como Alckmin, Serra e outros não são nada diferentes de Doria, são apenas mais discretos e políticos. Mas, na essência, a política é a mesma, a de esfolar ao máximo os mais pobres em favor dos patrões, empresários e banqueiros.

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