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desemprego jovem
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nessa quinta-feira (16), os números do desemprego juvenil do Brasil golpista – 26,6% para o segundo trimestre, mais que o dobro da taxa geral, de 12,4%. O IBGE também considera o desemprego para jovens entre 14 e 17, o “emprego aprendiz”, com os números mais elevados, de 42,7%.

“Essa taxa é muito maior entre os jovens por conta das barreiras que são impostas a ele para ingressar no mercado de trabalho. Capacitar uma pessoa para o mercado de trabalho custa caro. Por isso o mercado tende a buscar quem já tem experiência profissional”, explica Cimar Azeredo, que gerencia a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Essa “barreira capitalista” aos jovens significa que eles são os mais sensíveis a crise econômica e as medidas golpistas. A idade juvenil exige formação acadêmica, além de uma série de outros pré-requisitos do mercado de trabalho capitalista. A questão é que todos esses recursos são alvo direto do golpe, com o processo de precarização e privatização do ensino superior, por exemplo. A juventude não pode, pois, exigimir-se de lutar contra o golpe. É preciso organizar o movimento juvenil contra o golpe nas ruas.

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