Pnad Contínua
Segundo dados do IBGE, o Brasil neste momento tem mais gente sem trabalhar do que trabalhando
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Ministro da Economia Paulo Guedes e Bolsonaro | Foto: Reprodução

Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas relacionados à taxa de desemprego no período de abril a junho de 2020, houve um aumento de 13,3% no Brasil em relação ao primeiro trimestre.  De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada pelo IBGE ontem foi a maior taxa registrada de desalentados e o menor número de pessoas com carteira assinada na série histórica da entidade.

Das nove atividades da economia acompanhada pelo IBGE oito tiveram cortes de trabalhadores na passagem do primeiro para o segundo trimestre. O números de pessoas ocupadas registrou queda recorde de 9,6% entre de abril a junho, com menos 8,9 milhões de trabalhadores ocupados. 83 milhões de pessoas ocupadas é o menor nível da série iniciada em 2012, em relação ao mesmo período de 2019 são 10 milhões de pessoas a menos. A população fora da força de trabalho no país chegou a 90,5 milhões de pessoas no ultimo trimestre e é o maior contingente do relatório histórico, que subiu 15,6% em relação a março, conforme informou o IBGE.

O setor de Alojamento e Alimentação, o numero de trabalhadores recuou 25,2% nos três últimos meses ante o primeiro trimestre. A industria diminuiu 9,4% no segundo trimestre e 10,5% em relação ao mesmo período do ano passado (2019). Serviços domésticos a queda foi a segunda maior com 21,1%. A ocupação no comércio caiu 13% perdendo 2,1 milhões de empregos. e na construção essa diminuição foi de 1,1 milhão de postos de trabalho e chegou a 19,4% nos três últimos meses do primeiro semestre. A categoria dos empregados no setor privado com carteira assinada foi de 30,2 milhões de pessoas, menor nível da série e representa uma queda de 9,2% em comparação com o mesmo trimestre do ano passado.

Segundo a imprensa golpista, esse resultado seria estritamente relacionado a pandemia. Porém o que vemos é esses números aumentarem ano a ano após o golpe de estado de 2016, e vem se acentuando com a crise econômica, politica e pandêmica que assola o país. E esse governo de extrema direita não faz absolutamente nada para conter a situação critica da população. Esse mesmo resultado de 13,3% de desempregados foi registrado no primeiro trimestre de 2017 e com variação de 2% a cada três meses de lá pra cá, e bateu recorde novamente agora em 2020. Em novo recorde foi também o número de desalentados, que chegou a 5,7 milhões, houve um acréscimo de 913 mil pessoas nessa situação.

Outro resultado apresentado pela pesquisa é que a massa de salários em circulação na economia do País caiu R$9,4 bilhões em um ano. Em comparação com o trimestre anterior terminado em março de 2020, a massa de renda real diminuiu 5,6%e chegou ao numero de 12 bilhões a menos. Esse resultado é sintoma direto do desemprego e da pressão inflacionária sobre os trabalhadores, que nesse momento causa grave empobrecimento das classes mais vulneráveis e marginalizadas. Atualmente, como aponta os dados do IBGE tem mais gente sem trabalhar do que trabalhando no país.

Com essa situação catastrófica para a classe trabalhadora, incentivada pelo governo fraudulento de Bolsonaro e seu ministro da economia o “chicago boy” Paulo Guedes, temos os um reduzido número de conglomerados capitalistas lucrando absurdos em meio a pandemia com a desgraça da população brasileira. Como por exemplo a medida assinada no ultimo mês pelo presidente fascista em que os empresários podem demitir e contratar o mesmo trabalhador pela metade do valor, mesmo com essa medida absurda as demissões em massa continuam. Os mercados e farmácias que se aproveitando da crise do povo com aval do presidente ilegitimo aumentam ainda mais os preços dos produtos inclusive os de necessidades da básica da população.

É preciso parar esse governo que tomou de assalto o poder no Brasil que é um representante direto do imperialismo e dos grandes capitalistas que atacam de forma virulenta o povo pobre e trabalhador do país. É necessário organizar as massas e se mobilizar nas ruas contra o genocídio, o desemprego, os baixos salários e todas a medidas desferidas por esses direitistas do executivo contra a classe trabalhadora.

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