Os trabalhadores pagam a conta
Os segmentos sociais mais vulneráveis são os que mais sofrem com a política neoliberal do governo golpista de Bolsonaro e Guedes
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carteira de trabbalho 1 - 27-12-2019
O desemprego é certamente o maior dos flagelos sociais vivenciados pelo país neste momento | Foto: Arquivo/DCO

Dentre os grandes problemas que permeiam a sociedade neste momento, a questão do desemprego é sem dúvida o que mais impacta o País. Trata-se de um verdadeiro flagelo nacional os números que são apresentados pelas pesquisas. São percentuais que crescem a cada dia, deixando às claras a criminosa política que vem sendo implementada no terreno econômico pelo governo neoliberal-golpista que assumiu, de forma ilegítima, o comando institucional do País, via as eleições fraudadas de 2018.

Pesquisa criada durante a pandemia da Covid-19, intitulada “Dados da Pnad Covid”, mostra que no período da pandemia mulheres, negros, jovens e nordestinos estão entre os mais atingidos pelo flagelo social do desemprego, como demonstram os registros do mês em setembro. Para se ter uma tênue ideia do enorme descalabro social vivido pelo país, dados do IBGE apontam que o desemprego cresceu 33% durante o período da pandemia. Cinicamente, o ministro falastrão da economia, Paulo Guedes, declarou que o país perdeu “somente” 1 milhão de empregos. Os dados oficiais, no entanto, desmentem o ministro “Chicago Boy”, afirmando que houve uma perda de 11,5 milhões de postos de trabalho, considerando formais e informais.

Embora o fenômeno do desemprego seja cruel com todos os segmentos, atingindo indistintamente a todos, há setores sociais que são mais castigados pela política que rouba dos trabalhadores e da população brasileira o direito ao emprego, a uma renda mensal para o sustento de suas famílias. As mulheres, os jovens, os negros e nordestinos são os segmentos que mais estão sendo atingidos, de acordo com  a pesquisa da Pnad/Covid/IBGE.

Os dados pesquisados e informados dão conta de um crescimento do desemprego na ordem de 13,6%, em agosto, para 14% em setembro, sendo este o maior índice da série histórica da pesquisa. Em quantitativo, isso corresponde a 13,5 milhões de desocupados no país, um número verdadeiramente espantoso. 

Dentre os setores mais afetados está também a população feminina. A taxa de desocupação entre as mulheres chegou a 16,9% em setembro. Desde o início da pesquisa, o desemprego entre mulheres cresceu 4,7 pontos percentuais, comparado a alta de 2,2 pontos da desocupação entre os homens.

No que diz respeito ao aspecto racial, “a taxa de desemprego chegou a 16,1% entre pretos e pardos em setembro, um incremento de 0,7 ponto percentual em relação a agosto. A taxa para brancos foi de 11,5%, estável em relação ao mês anterior. No mês de maio, a taxa de desemprego era de 12% entre pretos e pardos é de 9,2% entre brancos” (Portal IG, 23/10).

Entre os jovens e os nordestinos, a situação se apresenta de forma ainda mais grave, onde os números apontam para percentuais ainda maiores no que tange ao desemprego e à desocupação formal. 

Todos esses números revelam a bancarrota da política pós golpe de estado de 2016, de ataque à economia nacional e de liquidação dos direitos democráticos da população, em benefício de uma ínfima minoria de parasitas, exploradores da miséria e do desespero de milhões de brasileiros.

 

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