Mulheres pelo Fora Bolsonaro
Só é possível garantir o direito das mulheres ao aborto com a derrubada do governo Bolsonaro nas ruas!
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
cisam
Extrema direita em vigília em hospital para que menina de 10 anos estuprada não fizesse aborto | Foto: Reprodução/YouTube

O Decreto 10.531/2020 do governo federal reabriu um antigo ataque ao direito das mulheres ao procedimento de aborto, o Estatuto do Nascituro. Obviamente, esse não foi o primeiro ataque ao direito de aborto desde que Bolsonaro, representante fascista e inimigo das mulheres, tomou posse. Logicamente, os ataques não vão parar, pelo contrário, com a atual situação e o avanço da direita, a perspectiva é aumentarem.

É preciso relembrar um pouco o conjunto dos ataques e ressaltar concretamente essa intensificação da direita e de suas ações parte da política de ataque aos direitos da mulher, cujo tema do aborto tem importância central. Não é a toa que a pandemia deu lugar a tantos ataques contra a mulher, a crise sanitária foi usada pela direita para dificultar o acesso ao aborto e promover o fechamento das clínicas de aborto legal em todo Brasil, promover maiores penas às mulheres que realizam o procedimento, intimidá-las, entre outras coisas.

Um outro campo dos ataques contra as mulheres que também se fez mais presente na pandemia foram os ataques aos suportes sociais da mulher e ao emprego formal para as mulheres. Como é amplamente discutido, o emprego para as mulheres retrocedeu amplamente a ponto de que metade das mulheres se encontram desempregadas, parte delas confinadas ao lar e ao serviço doméstico, com pouca ou nenhuma possibilidade de evitar agressões e obter ajuda. Antes de tudo, é preciso deixar claro que esse é o plano da direita para as mulheres: a volta ao lar, a violência doméstica , o desamparo e a falta de escolha.

Sobretudo, o aborto é o ponto principal das campanhas da direita contra a mulher por servir de ponto de reunião dos ataques e da organização da extrema direita e poder minar a movimentação das mulheres contra o fascismo. Nesse sentido, é preciso reunir os coletivos de mulheres que em 2018, e durante os demais anos, lutaram pelo Fora Bolsonaro nas ruas para novamente retomar a mobilização das mulheres nas ruas não só de maneira defensiva mas, como uma ofensiva ao fascismo e ao bolsonarismo.

Atualmente, os casos de intervenção e campanha da direita contra as mulheres se intensificou. Fato é que, somente nesse período de alguns poucos meses foram vários os decretos, projetos de lei, atos de extrema direita contra o aborto, portarias e outros instrumentos institucionais que buscaram escancarar a perseguição à médicos, equipe médica, funcionários públicos, assistência social, a sociedade como um todo, e especialmente, as mulheres pobres e negras e suas famílias.

É por esses e outros motivos que é preciso mobilizar as mulheres, reunir suas organizações e esforços na luta nas ruas, sem semear ilusões nas eleições e nas instituições do estado burguês, que mostraram que não são contra o ataque as mulheres, nem pretendem defendê-las contra eles. É preciso lançar mão de uma extensa campanha pelo direito das mulheres, contra o retrocesso medieval atual, que vincule todas as reivindicações das mulheres à luta política pelo Fora Bolsonaro, contra a extrema direita, a direita e o fascismo.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas