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Aprovar a continuação da greve
Derrotar a maior traição e a orientação dos sindicalistas dos Correios
Burocracia sindical quer entregar a greve dos trabalhadores dos Correios, facilitando a privatização da ECT
fentect-findect traindo
Aprovar a continuação da greve
Derrotar a maior traição e a orientação dos sindicalistas dos Correios
Burocracia sindical quer entregar a greve dos trabalhadores dos Correios, facilitando a privatização da ECT
Ministro do TST orientando sindicalistas a acabar com a greve
fentect-findect traindo
Ministro do TST orientando sindicalistas a acabar com a greve

Os sindicalistas do Bando dos Quatro (PCdoB, PT, PSTU e diretoria do Sintect-MG -LPS) querem entregar a greve mais importante da história dos Correios. Ás 17 horas de hoje acontecem assembleias de trabalhadores dos Correios para decidir pela continuidade ou não da paralisação da categoria deflagrada no dia 11 de setembro pelos trabalhadores dos Correios no Brasil inteiro. Que será a maior traição da história da categoria.

Essas direções traidoras querem por fim à greve que começou com a adesão no País inteiro, devido a ameaça iminente dos trabalhadores dos Correios perderem seus empregos devido o processo de privatização do governo golpista de Bolsonaro, que se aprofunda com a retirada de direitos. A orientação de recuo, sem qualquer conquista, sem nada ter sido assegurado, está sendo transmitida por um documento da direção traidora da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) em conjunto com a federação fantasma (Findect) que controla os dois maiores sindicatos do País (SP, RJ.

[Veja o documento abaixo].

Sem conquistar nada, com a iminência dos Correios serem destruídos pelo governo golpista e fraudulento de Bolsonaro, os sindicalistas traidores que assinam o informe de “unidade das federações”, orientam os trabalhadores abandonar a luta, em troca de aplausos, com conversa fiada de sempre, de que vamos permanecer em “estado de greve”, que é simplesmente recolher as “armas” e voltar para o trabalho, deixando tudo para ser decidido no matadouro dos direitos dos trabalhadores que é o TST (Tribunal Superior do Trabalho), no próximo dia 2 de outubro.

Se o TST ja vem articulando há tempos contra a categoria, sem a pressão da greve, a situação fica ainda mais fácil no sentido de decidir tudo em favor dos patrões, do governo ilegítimo que quer privatizar a ECT (Empresa de Correios e Telégrafos).

Com esse nível de sindicalismo, os chefes perderam parte de suas funções, os sindicalistas traidores é que agem para impedir os trabalhadores de lutar, funcionam como cães de guarda da casa do patrão, orientando os trabalhadores a desacreditar da luta e jogar suas fichas nas mãos dos inimigos dos trabalhadores, os juízes do TST e o direitista Congresso Nacional brasileiro, onde os deputados só votam leis contra o povo e a classe trabalhadora.

O momento nos Correios é de guerra, a direção da ECT – comandada pelo general Floriano Peixoto -, a serviço do governo golpista de Bolsonaro está desmontando a empresa, com a terceirização em massa dos CTCE (Centro de Triagem de Cartas e Encomendas), com o fechamento de agências próprias dos Correios para facilitar a vida da agências franquiadas, com o sucateamento da entrega de correspondências, através do DDA (Distribuição Domiciliar Alternada), demissão incentivadas (PDI), proibindo a empresa de contratação de novos funcionários por concurso etc.

Somente a greve, com a intensificação da mobilização, radicalizando nos piquetes, ocupando as ruas e a os prédios da empresa é possível impedir que as ameaças dos “gafanhotos” do governo golpista de Bolsonaro não se tornem realidade.

É preciso que os trabalhadores dos Correios ultrapassem as direções traidoras da categoria, como já fizeram em outras oportunidades e mantenham a greve em todo país, aumentem sua adesão, envolva outras categorias ameaçadas pelos ataques privatistas do governo golpista de Bolsonaro e derrote esse governo pela força dos trabalhadores.

A greve é a única arma que o trabalhador pode se opor a política golpista da privatização e demissão, abandonar a greve agora, é se render, é entregar as armas para um governo que está ameaçando de morte a classe trabalhadora brasileira.

Nenhuma trégua ao governo da privatização, manter e  intensificar a greve com ocupações, levantar os trabalhadores dos Correios pela derrubada do governo ilegitimo  de Jair Bolsonaro, Fora Bolsonaro, os Correios é nosso.