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A direita dá novo passo no sistemático recrudescimento da repressão popular a fim de ampliar seus poderes de expropriação de classe. A Lei 9.604/2018, proposta pelo deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), flexibiliza a já polêmica e reacionária “Lei antiterror” criada na época das Olimpíadas, caracterizando “ocupações de imóveis ociosos na cidade e no campo” como ato terrorista.  Essa proposta de baseia na alegação de que essa atitude é  “abuso do direito de articulação de movimentos sociais” (!). O deputado declarou publicamente sua intenção em atingir, com isso, os movimentos do MST e MTST.

Todo mundo sabe que o Brasil nunca foi país de terrorismos (a não ser de Estado). Todo mundo sabe que aqui há muita terra parada e muita gente sem terra. Todo mundo sabe que reforma agrária é quesito básico para economia nacional. Mas não, Jerônimo Goergen (deputado PP-RS) descobriu “sozinho”, que não é “nada disso”: “apossar-se de terras improdutivas e distribuí-las às famílias sem-terra (estratégias de luta do MST e MTST) é ato de terror contra a nação”. Isso é uma atitude fundamentada numa linha de ações e vitórias direitistas que, na linha do golpe, vão fortalecendo o “ego” reacionário, a ponto de atitudes completamente anticonstitucionais, como essa, serem propostas descaradamente.

Conforme o golpe vai se aprofundando, “brechas nas leis” passam a ser trampolim para encomendas antigas da burguesia, descontentes mesmo com as pequenas partes progressistas da política brasileira e sua Constituição. A política se fecha. A repressão aumenta. Violência, exploração…

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