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Após a aprovação da intervenção militar nos morros cariocas e, de o exército agir de maneira completamente ilegal e arbitrária contra o povo pobre do Rio de Janeiro, fichando os moradores das comunidades carentes, como o corrido na favela da Vila Kennedy, mais uma denúncia do abuso das forças armadas foi feita essa semana. Os militares estão confiscando celulares e aparelhos eletrônicos dos moradores, os quais estão sendo vasculhados pelos soldados do exército, em busca de fotos e contatos.

Na comunidade do Acari, Zona Norte do Rio de Janeiro, os moradores denunciaram que a Polícia Militar está fotografando, de maneira indiscriminada, os documentos de identidades em busca de antecedentes criminais. A ação foi considerada ilegal pela Defensoria Pública do Estado.

Desde o início da intervenção militar no Rio, os membros do exército vem ocupando cada vez mais espaço no cenário político brasileiro. Passaram a assumir um ministério no governo, o ministério da defesa, o general da reserva Joaquim Silva e Luna, é o primeiro militar a assumir o posto desde que o ministério foi criado, em 1999. O anúncio veio quase ao mesmo tempo em que foi apresentado o novo chefe da Polícia Federal, Rogério Garollo, ligado ao general Sérgio Etchegoyen e que trabalhou em estreita relação com o governo norte-americano em Washington e na Interpol da América Latina, um genuíno agente dos Estados Unidos no governo brasileiro.

No Rio de Janeiro, os militares estão centralizando todas as forças de repressão, como a Polícia Militar e a Polícia Civil, trocando os comandantes de tais aparatos por pessoas que seguem à risca o comando do exército.

As ações dos militares, de fichamento e confisco dos bens dos moradores é apenas uma pequena demonstração do verdadeiro estado de exceção que está sendo preparado contra o povo brasileiro, com a iminência de um novo golpe militar.

O golpe militar, na realidade já está em andamento, é necessário mobilizar toda a população contra essa ameaça à liberdade e aos direitos de todo o povo brasileiro. Somente a mobilização popular contra a intervenção do exército nas ruas cariocas e contra o golpe militar pode barrar a investida golpista do Exército.

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