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O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), também conhecido como “o prefeito mais coxinha do Brasil”, declarou na tarde desta quarta-feira (14) que o massacre provocado pela polícia militar e a guarda civil metropolitana na Câmara Municipal foi por culpa dos professores.

João Doria considerou uma “invasão” o fato de professores tentarem adentrar no prédio do legislativo municipal, a “Casa do povo”, enquanto os vereadores votavam um projeto de lei referente ao desmonte da previdência e ao fim de suas aposentadorias.

Depois de mandar bater, Doria diz que professores é que cometeram "excessos"
Professora ferida pela guarda fascista de João Doria (imagem: G1)

Doria deu as declarações logo após ser informado da repressão aos professores, quando participava do Fórum Econômico Mundial para a América Latina, evento burguês realizado num hotel na Zona Sul de São Paulo.

O prefeito da capital paulista tem, apesar da curta carreira, já um grande histórico de ataques à população.

Logo no começo de seu mandato, mandou apagar criminosamente e sem pudor, painéis espalhados pela cidade de artistas plásticos mundialmente reconhecidos, como Eduardo Kobra e outros. Depois, em ação igualmente criminosa, atacou moradores em situação de rua no local conhecido como “Cracolândia” às 5h da manhã, com jatos d’água no inverno. Destruiu ciclovias, deu ração para crianças, extinguiu a profissão de cobrador de ônibus em várias linhas… 

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