Depois da traição, pais e mães dos ecetistas só terão atendimento médico com mensalidade de R$ 1.700

CORREIOS - SEDE INTERDITADA 3-7-2014 Ibituba

Terminou nesta quinta feira (21-02) a reunião entre os “representantes” dos trabalhadores dos Correios, representantes da direção golpista da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) e os funcionários da Postal Saúde, que administra o plano de saúde dos trabalhadores dos Correios.

A reunião segue o protocolo da legitimação do fim do plano de saúde dos correios, oriundo da traição da campanha salarial de 2017/2018, quando os sindicalistas dos Correios, ligado ao Bando dos Quatro (PT, PCdoB, PSTU e diretoria do Sintect-MG- LPS) orientaram os trabalhadores abandonarem uma greve de quase 20 dias e aceitar um acordo que colocava o futuro do plano de saúde da categoria nas mãos dos juízes golpistas do TST (Tribunal Supeiror do Trabalho).

Resultando no pagamento de mensalidades para os trabalhadores da ECT para usar o plano e na exclusão dos pais e mães desses trabalhadores, do plano de saúde, com prazo até o dia 31 de julho de 2019 para perder esse direito.

Diante disso, a reunião serviu para a ECT esfregar na cara dos sindicalistas da Fentect (Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios) e dos traidores representantes da Federação Fantasma- Findect, de que eles aceitaram o fim do plano no TST, e que os pais e mães dos trabalhadores dos Correios só poderão continuar usando os serviços dos médicos e hospitais crendenciados pelo plano se tiverem a “bagatela” de R$ 1.700 por mês.

Os representantes da direção golpista da ECT e a Postal Saúde deu o seguinte recado para os trabalhadores, apartir da traição na assinatura  daquele acordo, não precisamos mais negociar nada sobre plano de saúde, agora o que vale é a lei do mercado. Quer o pai e a mãe com atendimento médico, pague o que  os planos de saúde privados cobram no mercado, ou procure o SUS (Sistema Único de Saúde), enquanto ele existe.

Somente a mobilização e a luta dos trabalhadores pode recuperar esse direito entregue pelos sindicalistas do Bando dos Quatro, que passa necessariamente pela luta contra o golpe e todos os golpistas, que usurparam o poder no Brasil, para entregar as riquezas do país para os grandes capitalistas e por isso precisa desmontar as estatais, como os Correios, começando o serviço pela retirada de direitos de todos os trabalhadores, principalmente os trabalhadores das estatais.