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SF_moro
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O depoimento de Moro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) expôs a situação explosiva que vive o país. Em diversos momentos, os bate-bocas entre os deputados de esquerda e os golpistas interrompeu a sessão. De um lado, a direita canalha procurando lamber as botas de Moro para dar força ao ex-juiz, diante do desmoronamento total. De um outro, a esquerda, que apesar dos limites parlamentares, demonstrou-se bem mais ofensiva que em momentos anteriores.

Foi a expressão da polarização política. Em diversas falas, as denúncias contra a Lava Jato foram intensas, inclusive chamando Dallagnol de cretino, e Moro de corrupto safado. Já os salafrários da direita mostraram desespero e intensificaram a campanha cínica da moralidade e da luta contra a corrupção, mesmo em meio à crise da operação golpista. 

O clima no CCJ era insustentável. De forma correta, apesar de ainda muito moderada, a esquerda procurou provocar o ministro da justiça de Bolsonaro. E Moro procurou se esquivar de todas as perguntas, com declarações enroladas e mal formuladas, como coisas do tipo “eu não fiz, e se fiz, não tinha nada de errado”. O clima levou Moro a fugir da câmara de deputados, aos gritos de “fujão” e “ladrão”.

A sessão na CCJ da câmara mostra o quanto a crise da Lava Jato e do governo Bolsonaro são intensas. A situação está ficando insustentável, apesar de todas as manobras da direita para tentar levantar o ex-juiz.

Agora, mostrando desespero total dos golpistas, os generais das Forças Armadas estão partindo para uma política mais fascista, como revelou a recente homenagem do exército a um militar nazista e o

O depoimento de Moro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) expôs a situação explosiva que vive o país. Em diversos momentos, os bate-bocas entre os deputados de esquerda e os golpistas interrompeu a sessão. De um lado, a direita canalha procurando lamber as botas de Moro para dar força ao ex-juiz, diante do desmoronamento total. De um outro, a esquerda, que apesar dos limites parlamentares, demonstrou-se bem mais ofensiva que em momentos anteriores.

Foi a expressão da polarização política. Em diversas falas, as denúncias contra a Lava Jato foram intensas, inclusive chamando Dallagnol de cretino, e Moro de corrupto safado. Já os salafrários da direita mostraram desespero e intensificaram a campanha cínica da moralidade e da luta contra a corrupção, mesmo em meio à crise da operação golpista. 

O clima no CCJ era insustentável. De forma correta, apesar de ainda muito moderada, a esquerda procurou provocar o ministro da justiça de Bolsonaro. E Moro procurou se esquivar de todas as perguntas, com declarações enroladas e mal formuladas, como coisas do tipo “eu não fiz, e se fiz, não tinha nada de errado”. O clima levou Moro a fugir da câmara de deputados, aos gritos de “fujão” e “ladrão”.

A sessão na CCJ da câmara mostra o quanto a crise da Lava Jato e do governo Bolsonaro são intensas. A situação está ficando insustentável, apesar de todas as manobras da direita para tentar levantar o ex-juiz.

Agora, mostrando desespero total dos golpistas, os generais das Forças Armadas estão partindo para uma política mais fascista, como revelou a recente homenagem do exército a um militar nazista e o discurso do general Augusto Heleno no ato em defesa de Moro em Brasília. Assim como também a perseguição política exercida por Moro contra o jornalista Glenn Greenwald, editor do The Intercept, que divulgou os crimes de Moro e da Lava Jato.

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