Contendo o vírus na porrada
Milhares vão às ruas para protestar contra governos que reprimem o povo com o pretexto de conter a pandemia
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Merkel Meets With Mayors Over Air Pollution
Primeira-ministra alemã Angela Merkel. Foto: Reprodução |

O último sábado (16) foi marcado por manifestações de protesto contra as medidas de repressão impostas pelos governos burgueses com o pretexto de conter a pandemia de Covid-19 em várias cidades europeias.

Alemanha

Milhares de pessoas se concentraram nas ruas de Stuttgart, ultrapassando o limite arbitrário de 5 mil pessoas imposto pelo governo para atos públicos em tempos de pandemia na cidade alemã. A polícia interviu reprimindo brutalmente como forma de dispersar os participantes.

A mesma cena foi vista em Munique, no sul do país, onde cerca de mil pessoas – o máximo autorizado – se reuniram em um parque. Também foram registrados atos nas cidades de Berlim, Bremen, Nuremberg, Leipzig e Dortmund.

Suíça e Reino Unido

Cerca de 200 pessoas se reuniram no Parque Hyde, no centro de Londres, em protesto contra o confinamento no Reino Unido. Pelo menos dezenove pessoas foram detidas, segundo a polícia por violar o isolamento, entre elas Piers Corbyn, o irmão do ex-líder da oposição trabalhista, Jeremy Corbyn.

A polícia suíça também reprimiu manifestantes que se reuniram diante da sede do governo em Berna para protestar contra as medidas de prevenção impostas no país. As autoridades proibiram qualquer tipo de evento público com mais de cinco pessoas (!!!), o que é simplesmente ridículo, um verdadeiro toque de recolher digno de uma ditadura.

Repressão dos governos ”democráticos”

Cenas de violência foram registradas na Polônia, em Varsóvia, onde a polícia reprimiu com truculência e brutalidade uma manifestação que criticava o governo. Alegando que se tratava de um evento “ilegal”, o aparato estatal usou bombas de gás lacrimogêneo contra os participantes que saíram para denunciar as violações dos direitos e liberdade cívicas impostas como pretexto de medidas de prevenção à pandemia.

Todos estes atos tiveram diversas reivindicações e denúncias, desde o fim do confinamento até a liberdade de manifestação e opinião.

Fica aqui a necessidade de denunciar especialmente a repressão que essas manifestações sofreram, justamente dos governos ditos “democráticos” de Angela Merkel e Boris Johnson, por exemplo, como a imprensa burguesa gosta de caracterizá-los, o que se trata logicamente de uma fraude e a truculência contra o povo organizado mostra isso.

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