Demissão no Santander
Banqueiros golpistas do Santader aproveita do fim da locação do prédio da Vila para jogar no olho da rua dezenas de trabalhadores
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Demissão santander | Foto: Reprodução

A Campanha Salarial da categoria dos bancários, campanha essa – que se deu apenas e exclusivamente de forma virtual, que de forma nenhuma poderia substituir as mobilizações de verdade, uma agitação real, de massa, ocupando os espaços públicos, com os sindicatos abertos que teria como objetivo o atendimento da demanda dos trabalhadores – os banqueiros por conta disso saíram vitoriosos quando, mais uma vez, arrocharam os salários dos bancários através de um reajuste miserável de 1,5% (a inflação do período, oficial, foi de 2,74%).

Conforme esse Diário vinha noticiando, a campanha salarial dos bancários, por conta da política de capitulação das suas direções, que no final das contas ficou reduzida na defesa da manutenção de direitos, abandonando as demais reivindicações, como reajuste das perdas salariais, roubados pelos banqueiros, aumento real, estabilidade no emprego, dentre outros, embora constassem na pauta de reivindicações não passaram de mera formalidades.

Mal terminada a campanha salarial, os banqueiros partiram para uma nova ofensiva com a política de demissão em massa. Com o acordo assinado no dia 04 de setembro, os banqueiros golpistas do Itaú, já no dia 10 de setembro anunciaram uma leva de demissões, o Banco Safra idem, agora foi a vez do Banco espanhol Santander abrir o mesmo processo na Vila Santander. Os banqueiros aproveitando o fim do contrato de locação do imóvel, que vencerá no final de novembro, e partiu para demitir os trabalhadores em massa.

Como as instituições burguesas, executivo, legislativo e judiciário comem na mão dos banqueiros, eles jogam no olho da rua os trabalhadores da forma que lhes convier: quebram o acordo de não demitir em plena crise da pandemia e, pior, no caso do Santander demitem por telefone, no caso do Itaú demitem via aplicativo no celular. São uns vagabundos, para não dizer uma outra palavra!

A ofensiva reacionários dos banqueiros, logo após a assinatura do acordo coletivo da categoria não deixa dúvidas quanto a política de capitulação dos direções das entidades representativas dos trabalhadores, que no primeiro aceno dos banqueiros assinaram o acordo. Não há ganho nenhum com a suposta “garantia de direitos” sendo que os patrões continuam demitindo em massa, rebaixando salários, realizando reestruturações, principalmente nos bancos públicos com vista nas suas privatizações, etc.

É preciso combater essa política de capitulação das atuais direções das organizações dos trabalhadores, na perspectiva de uma nova direção, classista e de luta que represente de fato os interesses da categoria. Unir todos aqueles dispostos a agrupar um ativismo de oposição que seja a expressão e representação dos interesses e da vontade da base da categoria.

“Abaixo, alguns relatos recebidos pelo Sindicato de bancários, por mensagem de WhatsApp, mostram como está o clima no Vila Santander Paulista:

“Pelo jeito vão mandar todos da conta corrente e Select embora em questão de dias ou meses. Precisamos de um apoio de vcs (sic). O cenário é desesperador”

“Pra mim terceirizou o atendimento mesmo e ng (sic) vai falar isso pra nós! Sabe uma canoa furada? É isso! Uma hora todo mundo se afoga!”

“Que triste tudo isso meu deus. (Os motoristas dos ônibus fretados, os trabalhadores do restaurante demitidos) não sabem qual será o futuro deles”

“Triste pq (sic) todos nós tivemos uma história ali. VSP deixará saudades”(site Cut 22/09/2020)

Fora Bolsonaro e todos os golpistas. Eleições Gerais, Lula presidente.

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