Desemprego
O Banco Original, conforme a mesma política dos demais banqueiros e seus governos está demitindo em massa, desde o começo da pandemia já foram demitidos 243 trabalhadores
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BancoOriginal
Banco Original | Foto: Reprodução

Na esteira da política dos banqueiros em aumentar os seus lucros às custas da miséria do trabalhador, o Banco Original, conforme denúncia das entidades sindicais dos bancários, voltou a demitir seus funcionários, mesmo em plena pandemia do coronavírus.

Segundo informações dos sindicatos, desde junho de 2020 o banco já demitiu 243 trabalhadores e, numa clara demonstração do caráter fascista dos banqueiros, alguns desses trabalhadores estão sendo demitidos via whatsapp, mesma estratégia utilizada pelos demais bancos privados, que vem demitindo também por telefone. Sem falar que as demissões acontecem mesmo com os acordos assinados, entre banqueiros e entidades dos trabalhadores, em não demitir em tempo de pandemia. É mais uma demonstração que o acordo com os patrões, principalmente com banqueiros – que determinam a política de econômica de ataques aos trabalhadores no mundo inteiro – só serve quando é de interesse deles.

A situação dos trabalhadores do Banco Original não se trata de um caso isolado, praticamente a totalidade dos banqueiros, Itaú, Bradesco, Santander, Safra, principais banco privados do país, desde o começo da pandemia já jogaram no olho da rua cerca de 15 mil bancários. Dentre esses números impressionantes, não estão contabilizados as milhares de demissões nos banco públicos, através dos famigerados Planos de Demissão “Voluntária” (PDV) que, somente na Caixa Econômica Federal no mês de novembro passado demitiu 2,3 mil funcionários, e nesse mês de dezembro, com um novo PDV, a intensão do banco é demitir mais 5 mil. No Banco do Brasil já se fala em redução de 20 mil postos de trabalho, com a extinção de funções e etc. O Banco Imperialista Santander, de setembro de 2019 a setembro de 2020, demitiu 4.335 funcionários. No Bradesco os números também impressiona, já são mais de 4 mil demitidos e, conforme declaração do seu presidente, Octávio de Lazari, o banco pretende fechar 1.100 agências no país inteiro até 2021, sendo que neste ano a propostas é de 500 agências fechadas; 414 efetivamente já cerraram as suas portas, tal medida, é claro, irá ocasionar mais uma enxurrada de demissões no banco.

Não há dúvida que a política dos banqueiros e seus governos é de aprofundar os ataques à categoria bancária através de demissões em massa, mesmo em tempo de pandemia. Somente um gigantesca mobilização de toda a categoria poderá barrar tal ofensiva. Com o golpe de Estado, os banqueiros se sentiram a vontade para impor a sua política de terra arrasada contra os trabalhadores.

É preciso tirar as organizações de luta dos explorados da inércia. Exigir a convocação de assembleias, atos, mobilizações etc. – com as devidas medidas de proteção social -. Não é possível sofrer e assistir a estes ataques sem nada fazer.

É preciso convocar assembleias em todos os sindicatos, plenárias unificadas da categoria, assembleia, tudo mais que for preciso para colocar a poderosa força da classe trabalhadora organizada em movimento em uma campanha nacional de luta contra as demissões e pelas demais reivindicações dos trabalhadores.

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