Santa Catarina
A Brandili, maior empresa do ramo têxtil do Vale do Itajaí, demitiu 8% de seu quadro total de funcionários nesta semana, cerca de 85 trabalhadores.
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Foto: Reprodução. |

No início desta semana, em meio à agudização da crise do coronavírus, a empresa Brandili, uma das maiores empresas do ramo têxtil do vale do Itajaí (SC), demitiu massivamente. O número de demissões não foi divulgado, embora a empresa tenha afirmado, por meio de assessoria de imprensa, que desligou cerca de 8% do seu quadro total. Em seu site, a empresa informa que tem mais de 1,1 mil  trabalhadores nas unidades de Apiúna, Otacílio Costa e Blumenau.

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Fiação Tecelagem e Vestuário de Rodeio, que abrange a cidade de Apiúna, cidade onde fica a matriz da Brandili, tentou entrar em contato com a empresa para confirmar o número de demissões, mas não obteve retorno.

Em nota oficial divulgada à imprensa, a Brandili diz que tomou todas as medidas enfrentar a crise do coronavírus, mas viu a demanda despencar com o cancelamento de projetos.  Alega que “algumas demissões” foram inevitáveis. Pelo termo “algumas demissões”, a empresa quer dizer aproximadamente 85 trabalhadores.

As demissões que vêm ocorrendo no país em meio à epidemia do coronavírus evidenciam que a burguesia busca somente preservação de seus interesses de classe e não tem qualquer tipo de preocupação com a vida dos trabalhadores. Sem emprego, e consequentemente, sem salário e condições mínimas de vida, como é possível que os trabalhadores sobrevivam à catástrofe social?

Os desempregados não têm as mínimas condições de sobreviver nesta situação. O coronavírus e a crise econômica capitalista, em consonância com as medidas tomadas pelos governos burgueses e pela burguesia em conjunto, serão responsáveis pelo aprofundamento da miséria e de uma mortandade nunca antes vista.

A Central Única dos Trabalhadores, os sindicatos, as organizações populares e os partidos de esquerda devem organizar e mobilizar o povo para impedir que a população fique à mercê da doença, da miséria e da morte. Não se pode permitir que a burguesia e seus governos passem o rolo compressor sobre povo e os sindicatos e organizações populares fiquem assistindo passivamente.

 

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