É preciso agir
Patrões da marca Yoki, para manter o lucro inalterado, estão deixando centenas de lares com operários sem emprego. É preciso se mobilizar contra tamanho ataque
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
yoki - 12-01-2021
Fábrica da Ioki, em Nova Prata, no Rio Grande do Sul | Foto: Reprodução

No final do ano de 2020, vimos nas divulgações de órgãos de pesquisas, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que o desemprego aumentou significativamente e que ultrapassou aos 14,2 milhões. Estamos em 2021 e o que mais se ouve falar, tanto do setor industrial, bem como, comercial e serviços é de que vai haver demissões e de que fábricas estão sendo fechadas.

Um exemplo disso, entre vários outros, é o da fábrica de pipoca, da marca Yoki, pertencente a General Mills. A empresa que tem uma fábrica em Nova Prata, no interior do Rio Grande do Sul, na última segunda-feira (11) informou que irá fechar as portas e 300 trabalhadores vão ser jogados no olho da rua, aumentando o enorme exército de desempregados que vem acumulando ao longo dos anos, principalmente depois do golpe de 2016, que tirou Dilma Rousseff através do impeachment e colocou, em uma eleição fraudulenta, o fascista Bolsonaro no poder.

Como os patrões tradicionalmente fazem, diante de qualquer crise, os primeiros a receber o golpe são os trabalhadores e foi assim que a General Mills agiu, ou seja, 300 trabalhadores da unidade de e Nova Prata serão demitidos nos próximos cinco meses. Através de uma nota falaciosa, a empresa afirmou que o fechamento faz parte de uma “reestruturação…” em todo o país e prometeu dar suporte aos demitidos e que todos os acordos e compromissos serão cumpridos.

Outras empresas que demitiram em massa, como a dona da marca Yoki está fazendo, utilizaram-se de argumentos idênticos. Uma delas foi a Editora Abril, que, diante da crise da empresa da família Civita, os patrões disseram que iriam pagar os direitos trabalhistas integrais, o que ocorreu foi que os 300 trabalhadores da gráfica da família não receberam um único centavo. Deixaram todos os trabalhadores a ver navios.

Apesar de não anunciar novas demissões, os trabalhadores de Cambará, no Paraná, temem acontecer o mesmo com eles.

É hora de os trabalhadores se mobilizarem contra mais esse ataque dos patrões, portanto, é necessária a organização dentro das fábricas, para a realização de uma greve contra as demissões e, entre outras formas de luta, está a ocupação das instalações das fábricas.

A Central Única do Trabalhadores deve estar à frente dessa luta, pois, caso contrário, os mais de 14 milhões de operários desempregados poderão crescer exponencialmente e, apesar de toda a riqueza existente no país, haverá dezenas de milhões de famélicos, devido à atitude do governo que está entregando tudo ao imperialismo e aos patrões que querem em suas fábricas escravos e um exército de desempregados.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas