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barroso
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O consórcio golpista que orquestrou e executou o assalto ao governo da presidente legitimamente eleita vem se decompondo em ritmo muito acelerado. Sem encontrar uma alternativa eleitoral viável que possa não só consolidar o golpe, mas dar continuidade às medidas profundamente impopulares de ataque ao conjunto da população, os golpistas dirigem suas baterias para atacar a candidatura que concentra a resistência das massas populares ao golpe, representada pelo ex-presidente Lula.

Nos últimos dias todo o país presenciou, estupefato, mais um espetáculo grotesco de ilegalidades e ataques à constituição e também ao ordenamento jurídico nacional. Reunidos na calada da noite, num dia da semana (sexta-feira) onde estes “eminentes” senhores e senhoras já estão inclusive ausentes de Brasília, os ministros, de forma totalmente inconstitucional e ao arrepio da lei, decidiram, por 6 votos contra 1, que o líder em todos as pesquisas eleitorais, realizadas por todos os institutos de pesquisa, o ex-presidente Lula, não pode ser candidato.

A decisão é não só arbitrária e sem qualquer fundamento jurídico, como, do ponto de vista político, um verdadeiro escárnio, um deboche contra a maioria da população, que quer ver o ex-presidente novamente no Palácio do Planalto. A decisão adotada pelos ministros do Tribunal Superior Eleitoral  se transforma, assim, numa verdadeira chantagem contra o Partido dos Trabalhadores, pressionando os dirigentes petistas e o próprio Lula a abandonar a sua candidatura.

As instituições apodrecidas do regime golpista, tendo como vanguarda da ilegalidade e do ataque aos direitos democráticos mais elementares da maioria da população, o judiciário, atua em conjun to com a imprnsa golpista para alijar Lula das eleições, manipulando de forma escancarada e grotesca as eleições. O que está em jogo – é preciso que fique claro – é que todo o movimento do golpismo, da direita e da burguesia é golpear a vontade popular, conduzindo à presidência uma candidatura totalmente artificial, sem nenhum apoio, sem voto e alinhada com os interesses dos golpistas, da direita reacionária antinacional e do imperialismo.

Lula representa neste momento a única e verdadeira alternativa para enfrentar e derrotar o golpe, expresso em todas as demais candidaturas, incluindo aí os ditos candidatos da “esquerda”. Dessa forma, a pressão pela renúncia do ex-presidente como candidato do PT deve ser firmemente rechaçada por todos os setores combativos e de luta do movimento operário, popular, sindical, estudantil e do campo. A faca no pescoço que os tribunais de exceção do regime golpista querem impor sobre a vontade soberana de milhões de brasileiros deve dar lugar a gigantescas e massivas manifestações a favor de Lula, do seu direito à candidatura e contra os intentos da direita golpista.

 

 

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