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bolosodoria
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Matéria publicada na revista Carta Capital no último dia 18 de agosto sob o título “Arrependidos que ajudaram a colocar Bolsonaro no poder não merecem perdão”, denuncia políticos, artistas e a própria grande imprensa que “conheciam perfeitamente os riscos de apoiar Bolsonaro”.

Sem dúvida, as críticas estão corretas, mas o problema vai além da imoralidade cometida por personalidades como o cineasta José Padilha, autor de um filme venal feito na medida para defender os crimes da Lava Jato; o jurista direitista Miguel Reale Junior, autor do pedido de impeachment da Presidenta Dilma; Janaína Paschoal, a “mulher da cobra” e coautora do pedido de impeachment ; o fascista governador de São Paulo, João Doria, que tem entre suas predileções alimentar crianças com ração e usar jatos d’água contra a  população de rua nas madrugadas de inverno na capital paulista ; o ator pornô, Alexandre Frota; os artistas Fagner e Lobão e ainda os jornais Folha e Estado de S. Paulo, órgãos fundamentais junto com a Globo na campanha do golpe de Estado em todos suas etapas.

Todas essas “sumidades” têm em comum o fato que são vigaristas políticos. Não só tinham consciência do golpe de Estado de 2016 e as consequências que ele viria a produzir, um governo de extrema-direita, como são adeptos da suas consequências, o bolsonarismo. Aqui, estamos diante de uma questão central: os ratos que pulam do barco não foram contemplados no esquema bolsonarista e agora, aproveitam a maré nacional de absoluto repúdio ao governo para tentar salvar suas peles.

Segue ainda o artigo: “Estamos nesta situação por responsabilidade daqueles que, arrependidos ou não, conheciam perfeitamente os riscos de apoiar Bolsonaro. Conheciam os riscos e não se importaram. Porque, no fundo, nunca se importaram com o Brasil, sua dor, seu sofrimento. Porque não estão nem aí para os indígenas assassinados, para a população negra e periférica, dizimada diariamente pela violência, para os ataques à educação pública, para o desmatamento, para o empobrecimento progressivo dos concidadãos”.

Para a canalha, de “decepcionados” o que vale agora é cavar o seu espaço dentro do golpe, com uma alternativa futura bolosonarista sem Bolsonaro. A venal imprensa burguesa e todos os “arrependidos” são em maior ou menor medida meros serviçais da política do imperialismo para o Brasil. São escroques que se venderam por um vintém para permitir a destruição nacional, das conquistas sociais do povo brasileiro e dos pequenos direitos democráticos produto de uma luta histórica no país.

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