Perseguição política
Damares expulsou setores do movimento negro do CNPI após o movimento colocar-se claramente contra o governo Bolsonaro, protocolando um pedido de impeachment
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A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, participa da abertura do 6º Congresso Internacional sobre Liberdades Civis Fundamentais.
Inimiga dos negros, das mulheres e de todos os trabalhadores explorados | Foto: Reprodução

A ministra fascista Damares Alves, do governo Bolsonaro, perseguiu 14 membros do Conselho Nacional da Promoção de Igualdade, demitindo-os simplesmente por participarem do movimento negro. Em um claro movimento de perseguição política dentro do aparato estatal. O que prova esse caráter, por mais que o governo golpista e genocida diga que é um “problema técnico”, fica evidente que não passa de um expurgo político, já que membros da UNE e da CUT também foram expurgados da CIPR. 

A ministra é conhecida por ser uma militante fascista do governo, uma clara inimiga das mulheres, dos negros e de todos os setores oprimidos, sendo destacada da ala mais ideológica do governo, isto é, uma fascista de carteirinha. A dita cuja foi chamada a assumir o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos desde o início do governo genocida e fraudulento. Esse Ministério não passa de uma fraude, pois a única razão de existência é varrer os direitos democráticos das mulheres e demais setores oprimidos, sendo a única coisa real no seu nome é a “Família”, já que o programa de Damares é perseguir as mulheres e jogá-las no âmbito do lar, anulando qualquer participação política e social das mesmas.  

Não satisfeita em perseguir as mulheres, ela, como bom cão raivoso da burguesia, persegue a juventude, os trabalhadores e nesse caso em específico os negros. E por que os negros agora? Simples, na semana passada Bolsonaro foi alvo de um pedido de impeachment do movimento negro brasileiro, mostrando que os negros não suportam viver no mesmo clima político que o bolsonarismo. 

Isso mostra uma relativa guinada à esquerda do movimento negro e um avanço da consciência geral desse movimento. O ataque de Damares mostra uma realização na mesma moeda. Nesse sentido, os ativistas do movimento negro não devem se intimidar, mas radicalizar sua política. 

No entanto, não é suficiente protocolar impeachment. É necessário assumir a política do Fora Bolsonaro e levá-la às ruas em um amplo movimento pela queda do governo de tipo fascista e genocida; o movimento negro deve se mobilizar radicalmente contra o governo que mais representa o extermínio da população negra, exigindo a completa dissolução da Polícia Militar, que é a instituição fascista que leva a cabo o genocídio de Estado contra a população negra do País. 

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