Dallagnol reconhece que nunca houve provas

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Para poder envolver Lula nas acusações de corrupção na Petrobras, os procuradores da Lava-Jato fizeram das tripas coração na busca de uma possível ligação entre o ex-presidente e a empreiteira OAS, acusada do pagamento de propina em obras nas refinarias da estatal. Conseguindo o caso do apartamento no Guarujá,

A frágil acusação contra Lula foi duramente criticada pela população, juntamente com o PowerPoint apresentado por Dellagnol na entrevista coletiva, que imputava ao ex-presidente o comando do esquema de corrupção na Petrobrás, virando motivo de piada e muitos memes devido à total falta de provas.

Em uma conversa privada com Moro, Deltan admitiu não haver provas para a acusação de “líder máximo” do esquema de corrupção direcionada à Lula, mas vinculá-lo ao pagamento de propina da OAS em contratos para obras nas refinarias da Petrobrás era a maneira encontrada para levar o caso de Lula para Curitiba.

Os procuradores sabiam da fragilidade da denúncia, e trataram de tentar acobertar o fato de que era uma acusação baseada em provas indiretas de autoria, pois o intuito era ganhar a opinião pública sobre o caso, já que o juiz já estava comprado, o que foi facilitado devido a grande campanha da imprensa golpista ao cobrir o caso em uma forte campanha contra o PT.

O escandaloso julgamento de Lula fica cada vez mais fantasioso à medida que os acontecimentos, como a nomeação de Moro para ministro de Bolsonaro e a fundação bilionária da Lava-Jato, vão expondo os interesses das partes integrantes do processo em condenar previamente o ex-presidente, sendo muito bem recompensados pelo imperialismo.

A conversa ilegal entre juiz e parte acusadora no processo é só mais uma prova da condenação política de Lula e da necessidade de exigir sua imediata soltura, as revelações do The Intercept mantém o ex-presidente no centro da luta política contra o golpe, dando provas cabais da necessidade de acabar com o governo Bolsonaro e chamar novas eleições gerais.