Agir nas ruas
É preciso uma mobilização de verdade que tenha como eixo tirar quem está fazendo com que o conjunto dos trabalhadores e da população sofram tamanhas atrocidades
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Manifestação da CUT, na Esplanada dos Ministérios, reuniu trabalhadores de várias categorias para cobrar mudanças na política econômica e pedir uma agenda de desenvolvimento para o país. O Ato contou com a participação de professores, servidores públicos e também desempregados. O chamado Ato em Defesa da Soberania, Direitos e Empregos foi convocado por centrais sindicais e pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Brasilia, 30-10-2019Foto: Sérgio Lima/PODER 360
Ato dos trabalhadores | Foto: Reprodução

A Central Única dos trabalhadores (CUT) juntamente com outras entidades, se reuniram na última terça-feira (05) para discutirem um plano de campanha de luta para este ano de 2021.

Conforme o documento apresentado na quarta-feira (06), cinco pontos foram traçados como bandeiras de luta. São eles: vacina já para todos e todas, manutenção do auxílio emergencial, proteção social, mais empregos, campanhas de solidariedade e fortalecimento da organização sindical e de negociação coletiva são os cinco eixos centrais da CUT e demais centrais sindicais para ação e mobilização unitária no ano de 2021.

O documento, no entanto, em nenhum momento fala da necessidade de tirar do poder o principal responsável por tamanho estado de coisas que o país está vivendo, que é o fascista Bolsonaro, bem como, dos golpistas do Congresso e dos patrões que o financiá-lo.

Ao invés disso, endossa toda a política implementada até agora, principalmente no período da pandemia, onde todas as medidas foram de salvaguardar os patrões, principalmente os grandes capitalistas e banqueiros.

O exemplo disso foram os mais de R$ 1,2 trilhões aos bancos e ao setor privado, enquanto, para os trabalhadores, bem como os mais de 14 milhões de desempregados, restaram medidas como o miserável auxilio esmola (emergencial), inicialmente de R$ 600,00, reduzido a R$ 300,00 até finalmente ser retirado de vez, bem como, a MP 936/2020 que reduziu os salários dos trabalhadores em até 75% de seu valor e suspendeu o contrato e, ao retornar ao emprego, grande parcela desses trabalhadores receberam como recompensa a demissão, como ocorreu na Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), assim como vários outros setores. O documento deixa bem nítido essa política.

Conforme vemos sobre o tema, o governo golpista de Bolsonaro está fazendo de tudo para que a população encontre o mais rapidamente possível, uma cova, diante de 200 mil mortos, e perto e oito milhões de contaminados, isso em dados oficiais, pois a realidade é bem outra. A situação mais crítica sobra para os trabalhadores e a população da periferia, os quais são os mais afetados.

No entanto, o fascista Bolsonaro que, nem é capaz de comprar seringas, juntamente com governadores e prefeitos, em todo o país, deixaram o conjunto da população à própria sorte, sem testes, sem hospitais para atendimento, leitos, etc., Esses mesmos, como consta do documento de que irão fazer parte de um esforço coordenado, incluindo o setor privado (diga-se hospitais privados) e os convênios, onde os que têm dinheiro serão beneficiados, em detrimento do conjunto da população, ao invés de utilizar diretamente o Sistema Único de Saúde (SUS). É m descalabro total.

Substituir a luta nas ruas pelo parlamento

Diante da situação caótica vivida pelo conjunto dos trabalhadores e a população explorada, onde o desemprego impera, o documento não propõe, concretamente nenhuma mobilização desses milhões da população do país, ao contrário, vão dar especial atenção neste mês com o processo de eleição da presidência da Câmara dos Deputados e do Senado que ocorrerá no dia 1º de fevereiro. Nesse sentido, deliberou-se apresentar imediatamente aos candidatos nas duas Casas a agenda acima indicada.

É preciso ir às ruas, tirar propostas em todas as fábricas, bancos, comércios, enfim, onde quer que tenha trabalhadores, além de chamar os desempregados, desalentados, subempregados, movimentos sociais, como o MST, etc. para de conjunto poder impor uma derrota ao estado de coisas que o golpista Bolsonaro esta deixando o povo, inclusive com sua retirada do poder, ao qual está ilegitimamente, bem como todos os golpistas.

A CUT, única organização representativa da classe trabalhadora no País tem que tomar para si essa tarefa.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas