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CUT aprova participação na paralisação de 13 de agosto da educação
Greve dos funcionários públicos municipais de São Paulo - 07
CUT aprova participação na paralisação de 13 de agosto da educação
Greve dos funcionários públicos municipais de São Paulo - 07

A Central Única dos Trabalhadores (CUT), decidiu na reunião dos diretores da CUT nos Estados e dirigentes de ramos por categoria, engrossar a mobilização da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) no dia 13 de agosto, Dia Nacional de Mobilização Contra a Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos. A CUT também aprovou um calendário de lutas para o segundo semestre.

A agressão generalizada contra a educação, realizada ao longo de vários governos, foi o estopim para as manifestações que só puderam ser tão impactantes devido à organização prévia de um dos setores mais bem estruturados dos trabalhadores brasileiros: os professores da educação básica e seus sindicatos.

No segundo semestre, deve-se intensificar a luta contra o desmonte da educação em todos os níveis. A CNTE, mais uma vez, sinaliza com uma paralisação da educação, porém devem-se somar os diversos seguimentos dos explorados, pois a reforma da previdência já foi aprovada em primeiro turno.

É importante ressaltar que a reforma da previdência é apenas um dos efeitos do golpe, que visa massacrar a população brasileira, atendendo aos interesses dos imperialistas. É preciso, que os professores organizem uma grande mobilização agora, no segundo semestre, a fim de barrar essa medida totalmente antidemocrática, bem como exigir a saída imediata de Bolsonaro.

É preciso lutar pelo fortalecimento das escolas públicas e, para isso, é necessário lutar contra o golpe que aprofundou todos os ataques ao ensino público. Os professores e estudantes devem se organizar diante de uma grande mobilização, para que se garanta o aumento salarial e a contratação de professores.

A população e todo o movimento sindical e operário devem cerrar suas fileiras contra o governo golpista de Bolsonaro. É o momento de partir para ofensiva e adotar a postura de derrubada de todo regime.