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Solidariedade
Cuba rejeita fortemente a ativação do TIAR contra a Venezuela
EUA e seus fantoches tentam usar mecanismo para uma intervenção militar estrangeira que derrube o governo legítimo de Nicolás Maduro
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Solidariedade
Cuba rejeita fortemente a ativação do TIAR contra a Venezuela
EUA e seus fantoches tentam usar mecanismo para uma intervenção militar estrangeira que derrube o governo legítimo de Nicolás Maduro
Ministério do Exterior de Cuba emitiu nota denunciando imperialismo. Foto: Samuel Negredo
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Ministério do Exterior de Cuba emitiu nota denunciando imperialismo. Foto: Samuel Negredo

Granma, declaração do Ministério de Relações Exteriores de Cuba – O Ministério das Relações Exteriores denuncia a vergonhosa decisão de ativar o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR), tratado que contempla o uso da força militar.

O Ministério das Relações Exteriores rejeita veementemente sua invocação, sob o pretexto de qualificar a República Bolivariana da Venezuela como uma ameaça à paz e à segurança no Hemisfério, quando na realidade são a intervencionista Doutrina Monroe aplicada pelos Estados Unidos, hostilidade à Venezuela e o uso para esses fins deste tratado, que põe em risco a paz e a segurança regionais.

Mais uma vez, a desacreditada Organização dos Estados Americanos foi o veículo dessa ignomínia, onde um grupo digno de governos se opôs abertamente a essa decisão.

Invocar o TIAR que os Estados Unidos usou para justificar as intervenções e agressões militares na região e causar tanta dor e morte aos latino-americanos e caribenhos é uma tentativa deliberada de provocar uma situação que poderia desencadear o uso da força para derrubar a governo legítimo do presidente Nicolás Maduro Moros, em oposição aberta aos princípios do Direito Internacional e da Proclamação da América Latina e do Caribe como Zona de Paz.

Ao rejeitar esta decisão, o Ministério das Relações Exteriores insta os governos e povos de Nossa América e o mundo a se oporem resolutamente a essa medida que busca justificar, por meio de uma proteção legal artificial, a intervenção nos assuntos internos da República Bolivariana da Venezuela, o que é inaceitável.