Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
unifeed170922i
|

Granma* – O ministro das Relações Exteriores da República de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, pediu na terça-feira, 19 de fevereiro, em uma entrevista coletiva, que a Organização das Nações Unidas (ONU) apoie a soberania do povo venezuelano e não permita, em nenhuma circunstância, a interferência nos assuntos internos da nação, bem como a violação do direito internacional.

“Menos de um quarto dos Estados reconhecidos pela ONU interferem nos assuntos internos da Venezuela. Devemos separar propaganda da realidade», disse o chanceler.

«Medidas unilaterais e, portanto, ilegais, são aplicadas contra a República Bolivariana da Venezuela. Além disso, uma grande campanha de comunicação e política está em andamento; ela é, geralmente, o prelúdio de ações de maior escala do governo dos EUA», explicou Bruno Rodríguez.

Cuba pede uma mobilização pela paz, contra uma intervenção do império na América Latina, contra a guerra, por diferenças políticas ou ideológicas. «Nestas circunstâncias, só se pode ser a favor da paz ou contra a guerra», disse o chanceler.

«Trump disse que o socialismo promete unidade, mas provoca ódio e divisão. Extraordinário cinismo, extraordinária hipocrisia. Ele é o representante de um governo sem moral», disse Rodríguez.

O ministro das Relações Exteriores desafiou a intimidação de Donald Trump àqueles que «decidiram construir» a base das nações de maneira independente e socialista.

«O presidente Donald Trump está errado, o futuro de Cuba está aqui. Com medidas de bloqueio adicionais ou sem elas, o futuro de Cuba é decidido por cubanos e cubanos», disse Rodríguez Parrilla.

«Construímos nosso próprio curso e nos preparamos para um triunfo de sucesso nos próximos dias. Escrevemos juntos esta nova Constituição e votaremos em 24 de fevereiro», ratificou.

O Governo Revolucionário da República de Cuba denunciou, em comunicado recentemente divulgado, a escalada de pressão e ações do governo dos Estados Unidos para preparar uma aventura militar disfarçada de «intervenção humanitária» na República Bolivariana da Venezuela e convocada a comunidade internacional se mobilize para evitar que seja consumida.

É essencial lembrar que comportamentos semelhantes e pretextos semelhantes foram adotados pelos Estados Unidos no prelúdio das guerras que lançou contra a Iugoslávia, o Iraque e a Líbia, ao preço de imensas perdas de vidas humanas e enorme sofrimento.

Bruno acrescentou que o governo dos EUA está tentando eliminar o maior obstáculo representado pela Revolução Bolivariana e Chavista ao exercício da dominação imperialista sobre Nossa América ​​e a desapropriação do povo venezuelano da primeira reserva de petróleo certificada do mundo e outras grandes reservas estratégicas e recursos naturais.

«A soberania e a dignidade da América Latina e do Caribe e dos povos do Sul são decididas hoje na Venezuela. A sobrevivência das normas do Direito Internacional e da Carta das Nações Unidas também é decidida. É definido se a legitimidade de um governo emana da vontade expressa e soberana de seu povo ou do reconhecimento de potências estrangeiras», disse o texto.

O Governo Revolucionário — afirma-se no documento — reitera sua firme e inabalável solidariedade com o presidente constitucional Nicolás Maduro Moros, a Revolução Bolivariana e Chavista e a união cívico-militar do seu povo, e apela a todos os povos e governos do mundo para defender a paz.

* Os artigos reproduzidos não expressam necessariamente a posição do Diário Causa Operária e do Partido da Causa Operária

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas