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Por Yessica Arteaga Ibal, no Granma

A chuva não impediu que os estudantes marchassem para honrar aqueles que significam um exemplo. Na terça-feira, 27 de novembro, completaram-se 147 anos da execução dos oito estudantes de medicina, e é por isso que a rua San Lázaro se vestiu de eterna juventude: uma multidão de estudantes universitários, estudantes de ensino secundário e da Escola Latino-americana de Medicina e os membros da secretaria nacional da União dos Jovens Comunistas (UJC) desfilaram desde a Colina Universitária até a esplanada de La Punta.

Seis gigantes bandeiras cubanas foram levadas pelas mãos de estudantes das ciências médicas. Raúl Alejandro Palmero Fernández, presidente da Federação dos Estudantes Universitários (FEU), enfatizou o compromisso da Revolução com o sistema de saúde cubano. Estamos na presença de um jovem que está se formando em nossas escolas com o único objetivo de salvar vidas, a partir dos conceitos de solidariedade e entrega, disse ele. «Nossos médicos, além de revolucionários, estão bem preparados e carregam o humanismo de Fidel correndo em suas veias».

«Acredito que esta passeata acontece em um contexto em que todos os dias os jovens precisam demonstrar o espírito altruísta, a unidade que nosso país precisa, a efervescência contra o imperialismo», disse Susely Morfa González, primeira secretária do Comitê Nacional da UJC.

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