Mais um ataque contra Cuba
Desde sua revolução Cuba enfrentou e derrotou diversas tentativas de golpe
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san isidro
Manifestação em apoio ao governo cubano contra o movimento de San Isidro | Foto: Repordução

A América Latina sofreu um golpe continental por porte do imperialismo. Os norte-americanos derrubaram os governos nacionalistas dos principais países do continente para salvar a burguesia da enorme falência do sistema capitalista, cada vez mais aguda. Em sua maioria os golpes não necessitaram de força bruta para serem executados. No Brasil bastou comprar os deputados e agir através do judiciário brasileiro, que junto à imprensa capitalista promoveu uma verdadeira campanha de depredação da economia nacional. Porém Cuba e Venezuela mantiveram-se firmes em garantir a soberania nacional e a preservação dos direitos conquistados pela classe trabalhadora.

Cuba é o melhor caso da resistência de uma população contra o imperialismo norte-americano. O povo insulano fez sua revolução nos anos 50 liderada pelos revolucionários do movimento 26 de Julho através da pessoa de Fidel Castro, Che Guevara, Frank País e Camilo Cienfuegos. O movimento guerrilheiro conseguiu apoio no campo e na cidade e é querido até hoje pela população cubana que defende com unhas e dentes as conquistas da revolução. Fosse o contrário não teria ela derrubado várias tentativas de golpe nesses últimos 61 anos.

Playa Giron, a Legião Anticomunista do Caribe, o atual embargo e muitas outras empreitadas dos norte-americanos fracassaram ao depor o governo cubano. Mas os EUA nunca largaram mão de tentar desestabilizar e depor o governo de Cuba.

As tentativas recentemente têm aumentado de intensidade tanto na ilha como na Venezuela, outro polo de resistência contra o imperialismo. Os venezuelanos tiveram que enfrentar o farsante Guaidó e as tentativas explícitas de invadir o país no início do ano, quando um grupo de mercenários foi interceptado por pescadores em conjunto com a guarda bolivariana e exercícios militares brasileiros e colombianos foram fomentados pelos EUA para testar a capacidade dos venezuelanos de reagir.

Em Cuba os norte-americanos estão financiando falsos manifestantes e dando voz para qualquer pequeno dissidente do governo. Nesse mês foi relatado um ataque a um supermercado que comercializa em moeda estrangeira. Esse tipo de estabelecimento foi uma saída que o governo cubano encontrou para tentar arrecadar recursos financeiros e enfrentar os problemas econômicos que trouxeram o embargo e mais recentemente a crise do coronavírus, que obrigou o governo a se desdobrar para montar uma infraestrutura capaz de enfrentar o vírus. Um “dissidente” jogou um tijolo na vidraça do local como forma de protesto. O ato foi apresentado no exterior como uma ação de revolta da população cubana mas não passou de uma ato isolado de vandalismo por uma pessoa que admitiu ter sido paga e incentivada pelos norte-americanos. O indivíduo em questão mostrou uma conversa que comprovava o envolvimento de um cidadão estadunidense que lhe deu em troca uma recarga no celular.

Outra farsa impulsionada pelos norte-americanos é o movimento de San Isidro, movimento de “opositores” ao governo que leva o nome de uma rua em Havana Vieja onde se reúne o grupo. O grupo promoveu sabotagens contra a população jogando coquetéis molotov e incendiando prédios públicos, vandalizou um monumento público em homenagem a José Martí, poeta revolucionário, herói notacional, conhecido na ilha como o “apóstolo” da nação. O responsável por esse ato declarou publicamente ter recebido dinheiro de Miami. O grupo não possui nenhum manifesto, programa ou tem uma política bem definida, somente tenta realizar atos que possam servir de propaganda no intuito de desestabilizar o governo.

Um dos membros do movimento, Denis Solis, foi condenado por desacato à autoridade, porém não recorreu, como era de seu direito e ao ser preso gritou “Trump presidente!”, opinião que outros membros do movimento também compartilham. Após a prisão de Denis o movimento declarou greve de fome, porém essa greve foi desmascarada após profissionais da saúde locais terem se pronunciado e comprovantes de recebimento de comidas e regalias terem sido encontrados com o endereço do local onde se encontrariam os grevistas, que após mais de uma semana de greve não tiveram nenhuma alteração fisiológica e ainda são vistos fazendo discursos inflamados contra o governo.

A divulgação na imprensa da burguesia em torno do pequeno grupo tem sido forte e logo no início da greve autoridades do governo norte-americano foram a público declarar apoio ao movimento. A representante diplomática dos EUA em Cuba foi flagrada levando recursos ao grupo, além de um jornalista, Carlos Manoel Alves, sair do México onde mora e ir para Cuba passando antes pelos Estados Unidos para levar dinheiro ao grupo.

A resposta a tudo isso tem sido uma intensa manifestação levada adiante pela juventude cubana que defende a revolução. O governo cubano também já deixou claro que tem conhecimento do envolvimento dos representantes norte-americanos na campanha contra a soberania cubana.

Cuba já enfrentou outras tentativas de sabotagem nacional, como Yoani Sánchez, jornalista financiada pelos EUA para viajar o mundo caluniando o governo cubano. O cubanos já derrotaram diversas empreitadas parecidas do imperialismo, sempre com a população mobilizada.

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