Caribe
O chanceler de Cuba denunciou a manobra para considerar Cuba como um país que “patrocina o terrorismo”, o que autorizaria mais sanções políticas e econômicas contra a ilha.
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Cuba enfrenta os Estados Unidos há mais de 60 anos em defesa de sua independência e soberania. | Reprodução.

Na quarta-feira (30), Bruno Rodríguez, chanceler de Cuba, denunciou em sua conta do Twitter que os Estados Unidos manobram para incluir a ilha na lista de países que “patrocinam o terrorismo”. Mike Pompeo ocupa o posto de Secretário de Estado, sendo o responsável pela possível inclusão.

Pompeo tem três semanas para decidir sobre a questão. Os governos da Coreia do Norte, Irã e Síria estão nesta lista, que desencadeia uma série de sanções políticas e econômicas dos Estados Unidos. Em geral, os americanos consideram países “patrocinadores do terrorismo” aqueles cujos governos se contrapõem a sua dominação.

Cuba foi incluída pela primeira vez nesta classificação em 1982, no governo de Ronald Reagan. Barack Obama retirou a ilha desta lista em 2015. Em janeiro de 2019, a administração Trump anunciou a pretensão de reincluir Cuba na lista.

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