A milicia de Crivella
Prefeitura do RJ usa dinheiro público para montar milicia fascista e calar a voz dos que denunciam a ingestão de Marcelo Crivella
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Bispo/prefeito, Marcelo Crivella, capacho de Edir Macedo e demagogo | Foto: Reprodução

O bispo/prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), prossegue a todo custo tentando implementar a política autoritária da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), a toda cidade do Rio de Janeiro.

Na última terça-feira(1), o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) instaurou investigação sobre possível prática de crimes que teriam sido cometidos pelo prefeito Crivella pela montagem e manutenção de um serviço ilegal na porta dos hospitais municipais.

Foi criado um grupo intitulado ‘Guardiões do Crivella’, que são funcionários pagos pela prefeitura e age para impedir o trabalho da imprensa e críticas ao atendimento nas unidades de saúde. Para isso, gritam, ofendem e hostilizam repórteres que tentam entrevistar pacientes em frente às unidades. Através de grupos de WhatsApp, funcionários públicos são distribuídos por unidades de saúde municipais para fazerem uma espécie de plantão, em duplas, eles tentam atrapalhar reportagens com denúncias sobre a situação da saúde pública e intimidar cidadãos para que não falem mal da prefeitura. Um dos funcionários aparece em várias fotos ao lado de Crivella e tem salário de mais de R$ 10 mil e quando conseguem atrapalhar reportagens, eles comemoram nos grupos.
Além do crime de associação criminosa e constrangimento ilegal, previstos no artigo 288 e 146 do Código Penal, será avaliada a prática da conduta criminosa do artigo 1º, inciso II do decreto lei 201/67, que trata da responsabilidade de prefeitos.

Vereadores também vão encaminhar uma denúncia ao MPRJ. Segundo Paulo Pinheiro (PSOL), integrante da Comissão de Saúde da Câmara, a atitude da prefeitura de pagar com dinheiro público profissionais para desinformar a população , impedindo que a imprensa exerça seu trabalho, é irresponsável.

A prefeitura não nega a criação dos grupos e diz que faz isso para “melhor informar a população”, mas o problema não para por aí. Entre os participantes de um dos grupos, o número que consta entre a “célebre” lista de contatos, consta o número de ninguém mais que o bispo/prefeito, Sr. Marcelo Crivella.

O dinheiro público sendo usado para atividades que sejam ligadas direta ou indiretamente aos propósitos políticos da IURD, não é novidade. Isenções tributárias astronômicas de impostos, Templo de Salomão – na cidade de São Paulo – construído com alvará de licença para burlar mais pagamentos de imposto, sem mencionar outros crimes como trabalho praticamente escravo de menor de idade que trabalham como “pastores” em uma carga horária exaustiva, mais a coleção de denúncias que há anos o MP realiza sobre lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

A prática de calar qualquer tipo de oposição é comum dentro da instituição IURD, mas isso não fica limitado às quatro paredes dos templos. A mesma possui uma equipe especializada em mídias sociais para derrubar qualquer conteúdo que se oponha a exploração que a mesma realiza contra seus membros e, quando não consegue fazer isso, conta com um exército de pessoas para ofender e denunciar vídeos ou páginas de pessoas que denuncia a instituição.

Agora, usam o mesmo modus-operandi, para censurar o povo da cidade carioca, para que não seja divulgado a vergonha que é gestão de Crivella, que não passa de um testa de ferro do Sr. Edir Macedo.
A união de Edir Macedo com Sr. Jair Messias Bolsonaro não é por acaso. A IURD tem uma ideologia totalmente fascista e opressora, não aceita nenhum caráter de oposição e como quer a reeleição do capacho de Macedo, vão adotar a prática que há anos é realizada com seus membros dentro da instituição e nas mídias sociais, contra seus opositores.

O povo carioca não pode aceitar isso de forma alguma!

Macedo e Crivella fazem parte dos parasitas bilionários e no caso deles com um agravante, pois a montanha de dinheiro que possuem é baseada totalmente na exploração da fé alheia e no uso do terror metafísico para com seus fiéis e, não se contentando em explorar quem se dá ao trabalho de frequentar os mausoléus que chamam de igrejas, agora estendem seus tentáculos na política pública para explorar e censurar todo o povo.

Esse tal “Guardiões” são um embrião de milícia fascista e é preciso reagir a altura, mobilizando o povo para esmagar essa extrema-direita do poder político.

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