Faltam casas para o povo
Segundo o IBGE, existem no Brasil cerca de 45 milhões de pessoas vivendo em moradias precárias
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Barracos de madeira na Rua Paim Pamplona, sob o Viaduto José Alves de Morais - Rio de Janeiro/RJ | Foto: Berg Silva

A falta de uma casa para morar um problema para 1 em cada 5 brasileiros, e esse deficit vem aumentado assustadoramente com o avanço da decomposição do regime capitalista e de suas crises cada vez piores.

Segundo o conceito amplamente a aceito o deficit habitacional é composto por quatro fatores:

O primeiro fator do déficit habitacional diz respeito às habitações e domicílios precários, como as habitações improvisadas, por exemplo casas construídas sem parede de alvenaria ou madeira.

O segundo fator é a coabitação familiar, que ocorre quando duas ou mais famílias convivem juntas em um mesmo ambiente e que não dispõem de liberdade e privacidade, estamos falando aqui de famílias que muita das vezes não tem parentesco entre si e vivem como se fosse um albergue.

O terceiro fator do déficit habitacional é o custo do aluguel para famílias que possuem renda muito baixa e que gastam, no mínimo, 30% de sua renda com aluguel do imóvel.

O quarto e último fator considerado para o cálculo do déficit habitacional é a quantidade de moradores por dormitório em imóveis alugados.

São considerados, neste parâmetro, os domicílios alugados que possuem mais de três moradores por dormitório.

E ainda não menos importante são as pessoas que estão literalmente morando a céu aberto, sem nem um teto de zinco quente, sujeito a intempéries e toda a sorte de fatores de insegurança, milhares crianças no Brasil estão nesse momento vivendo nessa situação.

A falta de moradias é secular no Brasil, e os governos direitistas nunca se preocuparam com o assunto, a não ser para fazer alguma demagogia eleitoral.

Segundo dados atualizados do IBGE, que por enquanto, até que o fascista Bolsonaro censure a divulgação dos dados, se é que já não estão, existem no Brasil cerca de 45 milhões de pessoas morando em situação precária.

Dentro desses 45 milhões temos de tudo, falta de documentação do local onde vivem, falta de água, tratamento de esgoto, luz, ou ainda locais que oferecem risco de vida aos habitantes ou pessoas que estão vivendo a céu aberto.

Para solucionar esse problema é preciso que um governo dos trabalhadores invista na construção de novas moradias, mas antes desse passo é preciso desapropriar imóveis inabitados que são mantidos apenas como reserva de valor por seus proprietários.

Todo e qualquer imóvel que não cumpra com sua função de dar abrigo a uma família dever se desapropriado. Prédios públicos e privados abandonados devem ser usados para cobrir o déficit, desapropriados e não alugados, como é feito por algumas prefeituras.

Para que o deficit de moradias para a população seja resolvido de vez é simples e rápido, basta que a população tome o poder, e numa canetada apenas as moradias vão surgir da noite para o dia, como passe de mágica.

Isso é tão realizável tanto quando o foi após a revolução russa de 1917, que tomou posse de vários imóveis da burguesia para abrigar a população russa que morria de frio no intenso inverno ártico.

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