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Para abafar a situação

Crise: Senado colombiano chama responsáveis por repressão

Ministro do Interior colombiano e a Ministra das Relações Exteriores irão justificar hoje ao Senado a repressão contra a população

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Desde o início das manifestações de 28 de abril, têm havido contínuas denúncias das ações violentas das forças uniformizadas e condenações deste comportamento – Reprodução

Por Prensa Latina

O Ministro do Interior colombiano Daniel Palacios e a Ministra das Relações Exteriores Marta Lucia Ramirez prestarão contas hoje perante o Senado da República sobre os atos repressivos registrados contra a greve nacional.
A Controladoria Geral da República e o Defensor do Povo também foram convocados para a audiência marcada para as 14:00 horas, horário local.

De acordo com a citação, o Ministro do Interior Daniel Palacios será questionado sobre as violações dos direitos humanos pelas forças da lei e da ordem no contexto das manifestações que abalaram o país desde 28 de abril.

Ele também será questionado sobre as ações implementadas por essa pasta para garantir o respeito aos direitos humanos, particularmente o protesto social, e sobre a implementação das disposições do Acordo de Paz de 2016 para o diálogo social e a segurança para o exercício da política.

Por sua vez, a Ministra das Relações Exteriores Marta Lucía Ramírez terá que responder sobre a posição do governo do Presidente Iván Duque em relação à condenação global da repressão violenta das manifestações, e também sobre o não cumprimento dos estatutos internacionais que sancionam este e outros comportamentos.

Da mesma forma, a ministra será questionada sobre o uso de dados relativos a violações de direitos humanos perante a comunidade internacional, que diferem muito daqueles coletados no terreno por organizações não governamentais, participantes das manifestações e outras instituições da sociedade civil.

Desde o início das manifestações de 28 de abril, têm havido contínuas denúncias das ações violentas das forças uniformizadas e condenações deste comportamento, que levaram à morte de quase 70 colombianos.

Em mais de um mês de protestos, várias organizações de direitos humanos registraram, além das mortes, milhares de feridos, prisões arbitrárias, desaparecimentos e violações sexuais, todos atribuídos às ações dos fardados, especialmente membros do Esquadrão Móvel Anti-Manifestações.

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