Futebol brasileiro
Essa grande crise financeira que não afeta apenas o clube de Itaquera, pode se tornar uma ponte para setores ligados ao imperialismo implantar sua política raposa, “Clube-Empresa”
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Corinthians, enfrenta sua maior crise financeira em tempos de pandemia | Foto: Reprodução Sportbuzz-Uol

O clube de Itaquera está enfrentando sua maior crise financeira de todos os tempos. De acordo com o orçamento do time, existe uma grande dívida com a Caixa e a Odebrecht pela construção da Arena Corinthians, um valor que ultrapassa R$ 535 milhões. 

Essa dívida com a Caixa Econômica Federal, foi estimulada pela Justiça, uma data até dia 7 de julho para o clube entrar em um acordo amigável como exercer o pagamento para a estatal. A crise se aprofundou ainda mais com a pandemia do novo coronavírus.

O presidente atual, Andrés Sanchez, em conversa com o ex-jogador Basílio pela rede social, mostrou-se de saco cheio, não aguentando mais os ataques de setores composto por grandes capitalistas, de dentro do clube, que querem sua cabeça. 

– O primeiro mandato que eu tive, por quase quatro anos e meio, foi cheio de problemas, com muita dificuldade, mas era uma coisa muito mais sadia dentro do clube e fora do clube. O segundo mandato, agora, é reflexo do país. Está uma cobrança, um xingamento, uma exigência, uma suspeição, uma dúvida, tudo está errado, tudo tem esquema e não sei o que, é muito difícil de controlar. Estou muito decepcionado, muito chateado – disse Sanchez.

O presidente do timão, ainda afirmou que os ataques ao seu mandato chegam ser entendidos por ele, como pessoais, ou seja, uma grande pressão por diversos capitalistas que não querem nem que o presidente cumpra o seu mandato por completo. 

– Fica difícil. No português claro, estou com saco cheio. Isso decepciona muito e é muito difícil ouvir algumas coisas que se falam hoje. Eu fiz campanha contra o seu Alberto (Dualib), mas jamais fui no pessoal ou para prejudicar o clube, mas hoje muitas vezes querem coisas desse tipo – argumenta Andrés.

Essa grande crise financeira, aprofundada pela pandemia no país, pode ser uma grande ponte para setores ligados ao imperialismo buscar a implantação do “Clube-Empresa”, tanto no Corinthians, como nos demais clubes, com a falácia de ser uma salvação para crise.

Mas a verdade é que essa política tem o objetivo de implantar as grandes empresas para controlar o futebol brasileiro, vendas de jogadores, torcedores e obter de vez todo o lucro para os bolsos dos grandes capitalistas. O clube-empresa se tornará uma ferramenta de ataque direto no direito dos torcedores organizados ocuparem as ruas, manifestarem-se nos estádios, além de tomar conta de qualquer tipo de negociação com o estrangeiro, ou seja, empresas internacionais tomarão de assalto atletas brasileiros por preço de banana. 

 

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