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Imperialismo prepara novo golpe contra Lula

É o Brasil descendo a ladeira

Crise hídrica deve levar a retração de até 1% do PIB

Apagão e falta d'água acompanham a vida dos brasileiros desde sempre. O estado burguês nada faz para resolver o problema, e eles também perdem negócios com isso. Pura incompetência

Falta d’água, comum nos países em desenvolvimento atrasado – Foto: Alejandro Arigon

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O Ministério da Economia prevê a possibilidade de redução de até 1% do PIB por influência da crise hídrica e energética. O risco de desabastecimento de água e energia elétrica pode afetar a indústria e o agronegócio. O PIB para 2021, projetado pelo Banco Central em fevereiro, foi de  3,29%.

No dia 1º de junho houve recorde de utilização de usinas termelétricas na geração de energia, que aumenta o custo de produção e ainda são poluentes. Com isso haverá pressão por aumento da tarifa e consequente aumento da inflação. A previsão é de que a estiagem no Centro Oeste dure até outubro.

A inflação apresenta o acumulado de 6,76% nos últimos doze meses e poderá chegar a 8,5%, influenciado pelo setor produtivo, maiores consumidores de água na economia.

O possível racionamento de água e de apagão no país freia a expectativa de aceleração da economia causada pela abertura do comércio por conta da vacinação, mesmo que lenta, conforme matéria do jornal IG Economia.

Com tudo isso, o Banco Central deverá aumentar a Selic (taxa básica de juros na economia) na reunião do próximo dia 16. No momento encontra-se em 3,5% a.a, pelo Banco Central. A previsão é que possa chegar a 5% até o final do ano, o que significa uma colossal doação de recursos para os bancos.

A crise de abastecimento de água, com a redução do nível dos reservatórios, afeta também a produção de energia, onde as turbinas não conseguem operar com toda a capacidade, gerando menor quantidade de energia, ocasionando o apagão.

As indústrias e o agronegócio, que necessitam tanto da água como da energia elétrica para produzirem, terão queda de produção, afetando negativamente o PIB e a renda delas. E as famílias operárias são as que mais sofrerão também com isso, uma vez que vão pagar na conta de energia, no aumento dos preços dos produtos, no aumento da taxa de juros, na maior transferência de recursos públicos para os bancos etc.

PIB menor significa ainda menos empregos, e novamente as famílias dos trabalhadores serão as maiores prejudicadas.

Para resolver o problema o governo golpista aumenta os juros, a consequência é que as empresas diminuirão os investimentos, gerando menor atividade produtiva e menos empregos fica no horizonte. Sem emprego e com juros mais altos o trabalhador estará pagando a conta.

Os períodos de seca são detectados há décadas, mas os governos e as empresa privatizadas não investem na ampliação da captação de água e nem no aumento da produção de água tratada. Assim todo ano é a mesma coisa, falta de água e apagão. Quem não se lembra dos apagões em março de 1999 e de 2018 ? Várias cidades sem energia, onde nada funcionou, elevadores, postos de combustíveis, internet e equipamentos hospitalares, etc.

Os capitalista não tem outra “saída” que não seja descarregar todo o ônus da crise nas costas do povo trabalhador . O neoliberalismo é pela redução do estado, privatiza tudo e não investe. O sistema privatizado, se não der lucro fecha as portas, e como ficamos sem energia? O país para e retrocedemos.

A única alternativa real, que serve aos interesses da imensa maioria do povo, é reestatização de todo o serviço de fornecimento de água e esgoto; pesados investimentos no setor e o cancelamento de todas as medidas de favorecimento do grande capital e contra a população.

Para isso, é preciso impulsionar uma ampla mobilização que ponha abaixo o regime entreguista e genocida de Bolsonaro e de toda a direita.

É hora do povo se unir em conselhos populares nos bairros, nas empresas e escolas e ir para as ruas com uma pauta de reivindicações e só sair das ruas quando todas forem atendidas, contra esse governo burguês e anti povo, anti trabalhador.

A você que chegou até aqui,

agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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