Crianças enjauladas nos EUA são obrigadas a limpar privadas

Central Processing at McAllen Border Patrol facility

Mais uma vez, o imperialismo norte-americano comprova sua desumanidade. Depois das jaulas podres de Guantánamo, onde os inimigos do governo dos EUA, são presos e torturados, e vivem nas piores condições humanas possíveis, agora são os filhos de imigrantes, que foram separados dos pais e presos, que estão sofrendo. Mais uma vez, a burguesia se revela enquanto escória social.

Além de estarem separadas dos pais, as crianças vivem um terror psicológico gigantesco, não podem chorar, não podem correr e se tocar. Precisam ficar quietas em seus cantos, sem falar nada, enquanto são acordadas por barulhos estrondosos às 6:30 manhã pelos guardas da prisão.

“Seja comportado. Não sente no chão. Não compartilhe sua comida. Não use apelidos. E é melhor não chorar. Se você chorar, isso pode prejudicar seu processo. As luzes são apagadas às 21h e acesas ao amanhecer, e depois disso você tem que arrumar sua cama seguindo as instruções passo a passo fixadas à parede. Lave o banheiro e passe pano no chão, escove as pias e privadas. Depois disso é hora de formar uma fila para o café da manhã”, diz a matéria do New York Times:.

Ou seja, foram separadas dos pais, proibidas de fazer tudo, e ainda são obrigadas a lavar privadas, pias e pano de chão. Essas são as condições em que vivem as crianças encarceradas pelo imperialismo norte-americano, que levanta o dedo sempre em que alguém “desrespeita” aquilo que eles chamam de direitos humanos. Por isso que é importante dizer, toda e qualquer campanha feita pelo imperialismo, que cometeu as maiores atrocidades da história humana, contra algum tipo de “maldade” existente, não passa de cinismo e demagogia.