Frutos da Revolução
A Saúde e Educação cubanas, referências para o mundo, motivou o pequeno estudante orgulhoso dos êxitos de seu país.
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O jovem Carlos, um fruto e o futuro da Revolução Cubana. | Foto: HispanTV/Reprodução
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O jovem Carlos, um fruto e o futuro da Revolução Cubana. | Foto: HispanTV/Reprodução

Uma criança cubana desenvolveu um jogo virtual que aposta no êxito de uma potencial vacina de seu país para vencer o coronavírus (Covid-19).

Carlos Renier Velazques criou o jogo “Soberana 01 vs Sars-Cov-2” durante os cinco meses de quarentena em sua casa.

“Eu acredito e tenho a esperança que a vacina dos nossos cientistas derrote o vírus”, declarou o menino.

Soberana 01 é o nome designado para batizar a vacina da ilha comunista que se mantém atualmente na fase de ensaios clínicos.

“O jogo consiste basicamente em dois personagens, os anticorpos e as células. Primeiro a vacina tem que ir andando pelo corpo e assim vai produzindo anticorpos no organismo. Depois, quando a pessoa vai para rua e outra toca ou espirra próximo do seu rosto e coloca o vírus em contato com o organismo dela já imunizado pelos anticorpos da vacina, eles que acabam derrotando o vírus”, explicou.

Velázques está no sexto ano de uma escola pública da capital Havana. Na instituição ele desenvolve estudos em informática, além de inglês e mandarim.

Saúde e Educação cubana são referências:

A saúde e educação cubana são referência no mundo. Na pandemia o país é considerado um caso raro de controle bem estabelecido na transmissão do vírus. Mesmo com uma ligeira retomada dos contágios em agosto, após uma reabertura que já durava 4 meses do chamado “fechamento total”, os casos ainda são muito abaixo da realidade dos demais países latino-americanos.

O sistema de saúde de Cuba, baseado nas comunidades junto de medidas rígidas de isolamento social dos doentes e seus familiares, levou ao país a ter uma total de casos abaixo dos 5 mil, com apenas 108 mortes, em uma população de mais de 11 milhões de pessoas.

Já o sistema educacional da ilha é considerado o melhor da América Latina pelo próprio Banco Mundial, uma instituição capitalista por excelência. O país foi o único no continente a atingir as metas de educação estabelecidas pela UNESCO.

Em 2018 o jornalista brasileiro Ricardo Amorim foi ridicularizado por afirmar em rede nacional que “Em Cuba, só três coisas funcionam: segurança, educação e saúde”. O apresentador do programa Manhattan Conection do canal por assinatura Globo News tentava fazer uma crítica direitista ao pequeno país caribenho.

Um comentário na internet na época dizia: “Tudo que todo e qualquer país sonha em ter: saúde e educação de qualidade e de graça. Isso com 30 anos de bloqueio do império e aliados”.

De fato, Cuba segue sendo um exemplo bem sucedido do que uma revolução socialista é capaz de promover em benefícios sociais múltiplos para a população de um país atrasado e refém de uma burguesia entreguista que serve apenas aos interesses dos países imperialistas.

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