Golpe da imprensa burguesa
Ao apurar uma lista de veículos que supostamente seriam propagadores de notícias falsas, a CPMI omite o monopólio da imprensa burguesa golpista
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As 3 principais máquinas de notícias falsas, "fake news", no país | Foto: Reprodução

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das “Fake News” (notícias falsas), produziu uma lista de veículos de comunicação que supostamente propagariam notícias falsas.

Revista Fórum, que é um veículo de esquerda, por exemplo. Foi enquadrado como reprodutor de notícias falsas. No entanto, Folha de São Paulo, O Globo, Estado de São Paulo, os 3 maiores jornais do país, mais os canais da burguesia nas redes sociais, como youtube, nem passaram perto da lista.

Com que critérios essa lista foi feita? Quem os definiu? O fato é que essa campanha é um pretexto para que a burguesia crie um dispositivo de censura em massa. Para calar toda e qualquer oposição. Sobretudo neste momento em que as manifestações voltam a tomar as ruas, essa CPMI serve como mais um dos diversos ataques a toda a esquerda e a população.

Apesar da lista trazer também veículos de direita, canais bolsonaristas, etc, nada mais é do que para dar a ideia de que a censura é feita tanto contra a direita, como contra a esquerda. Na prática, a direita fala através dos grandes monopólios de comunicação, como a rede Globo, SBT, Record, Band. Enquanto isso, a esquerda ficará relegada a censura dos seus já precários veículos.

É preciso esclarecer que essa campanha das “fake news” é um artifício para a burguesia e seu monopólio da imprensa capitalista perseguir veículos menores que fazem oposição ao regime golpista no país. Para calar toda e qualquer oposição ao bolsonarismo e ao próprio regime político saído do golpe de 2016. É neste sentido que precisa ser denunciada e combatida.

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