Pandemia mundial
Leia na íntegra o texto publicado pela agência de notícias Prensa Latina, em que é demonstrado como o COvid deve aumentar a fome de crianças em todo o mundo
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Covid-Infantes
Crianças recebendo cuidados durante a pandemia | Foto: Prensa Latina
Várias agências das Nações Unidas estimam que 10 mil crianças menores de cinco anos poderiam morrer de fome por mês, durante o primeiro ano de pandemia, o que constitui hoje uma das consequências colaterais da Covid-19.
A advertência está incluída em um relatório emitido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos.

Esses organismos internacionais estimam que a Covid-19 tem gerado um aumento nos níveis de desnutrição e fome infantil, pois se não forem adotadas medidas urgentes para reverter essa situação, as consequências serão muito maiores.

Frente a essa conjuntura estimam que se precisariam 2,4 bilhões de dólares para tentar evitar o aterrorizante prognóstico de 130 mil mortes de crianças por desnutrição a cada ano, durante o tempo que a pandemia de Covid-19 seguir ameaçando à humanidade.

Antes de aparecer essa doença, estimava-se que aproximadamente 47 milhões de crianças menores de cinco anos em todo mundo estavam afetados pela perda involuntária de mais de 10% do peso corporal, principalmente de massa muscular.

No entanto, essas agências da ONU preveem que este número poderia aumentar em 6,7 milhões de crianças, sendo a África subsaariana e o sul da Ásia as zonas mais afetadas, com um aumento de 80% dos casos.

A informação recolhida no relatório mostra que se combinar o aumento previsto da fome em cada país com uma redução média anual prevista de 25% nos serviços de nutrição, poderia ter 128.600 mortes adicionais de crianças menores de cinco anos em 12 meses.

Também demonstra que o aumento estimado do emagrecimento infantil é só a ponta do iceberg, já que se espera que a pandemia da Covid-19 aumente outras formas de desnutrição infantil, como o atraso no crescimento, as deficiências de micronutrientes e o sobrepeso.

As taxas de pobreza e insegurança alimentar nos lares incrementaram-se, pela interrupção dos serviços essenciais de nutrição e as correntes de fornecimento.

Ademais, os preços dos alimentos dispararam-se e como resultado, a qualidade da dieta das crianças tem diminuído e as taxas de desnutrição aumentarão, sentenciou Henrietta Fore, secretária geral da Unicef.

Leia o texto no site da Prensa Latina aqui.
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