Pandemia em São Paulo
Em entrevista, Bruno Covas, minimizou a gravidade da situação e deixou claro que não irá fazer nada para combater o coronavírus
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Prefeito reeleito em São Paulo mente sobre a pandemia em São Paulo | Gilberto Marques

Em entrevista para a Rede Globo, nessa segunda-feira, 30 de novembro, o prefeito reeleito na cidade de São Paulo, Bruno Covas, falou sobre a situação da pandemia na cidade, minimizando a gravidade da situação e se referindo a soluções tomadas totalmente falsas, além de descartar a possibilidade da realização de lockdown, afirmando ser essa uma ação alarmista e ditatorial.

O prefeito se referiu à crise como se fosse somente um aumento no número de internações por Covid-19 e a necessidade de abertura de 200 novos leitos na rede municipal em novembro. Com os esclarecimentos fez o anúncio da regressão da cidade para a fase de flexibilização amarela, retrocedendo da fase verde estabelecida anteriormente, e negou ter pautado o combate ao coronavírus ao calendário eleitoral.

Bruno Covas na entrevista fez um relato totalmente fantasioso sobre a situação da contaminação da cidade, sendo o maior deles afirmar que em São Paulo a pandemia sempre teve controle, não faltaram leitos, vagas em hospitais públicos, privados ou de campanha, os profissionais da saúde tiveram tranquilidade e segurança para atender os infectados, monitoramento de doentes e seus contatos entre outras mentiras. Se referiu a atual situação das escolas como se essa fosse sua grande preocupação, evitar o risco para toda a população com a exposição das crianças, quando na realidade, Covas tentou abrir as escolas inúmeras vezes no auge da contaminação, porém não obteve força suficiente frente os paulistanos para impor a reabertura, como toda a burguesia quer.

O discurso de Covas não convence quem acompanha a realidade de São Paulo, cenas dignas de filme de terror ocorreram durante 2020 na cidade, mais de quarenta mil mortos, enterros em massa, hospitais lotados, cidadãos pedindo ajuda para seus familiares em filas de atendimento, alta do desemprego e miséria. O que se avizinha no momento é a repetição dessas cenas com o aumento de casos.

O prefeito negou qualquer possibilidade de lockdown, e a julgar pela sua ação até agora o genocídio continuará em São Paulo. Apontar o retorno para a fase para a fase amarela não irá resolver a situação já que mesmo na fase vermelha quase todas as atividades estavam liberadas. As pessoas mais vulneráveis, que é a população pobre das periferias continuarão a própria sorte.

Muito se falava da possibilidade de alteração do panorama em São Paulo com fim das eleições e possível ascensão da esquerda, mas nessa eleição fraudulenta ficou claro o jogo de cartas marcadas da burguesia, que é manter elementos direitistas como Covas e Dória a frente das grandes cidades e aprofundar os ataques a população. O que se seguirá com esses governos será a destruição das condições de vida da população e eleições não irão resolver nada, somente uma mobilização popular que imponha a pauta dos trabalhadores. Fora Bolsonaro, Covas e todos os golpistas!

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