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Bolsonaro vai à Câmara participar de culto evangélico em meio à expectativa de votação da reforma da Previdência. Participou da Santa Ceia com os deputados e convidados evangélicos. Em seguida participou da sessão solene em homenagem a Igreja Universal, no Plenário da Câmara. Brasilia, 10-07-2019. Foto: Sérgio Lima/PODER 360
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Nessa segunda-feira (29), geraram grande polêmica e revolta popular as declarações de Jair Bolsonaro sobre a morte de Fernando Santa Cruz, pai do atual presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz. Após falar que sabia como o então militante havia morrido, o presidente ilegítimo afirmou que o ex-membro da Ação Popular foi assassinado por colegas da mesma organização, e não pela repressão da ditadura militar.

“Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade. Conto pra ele”, falou Bolsonaro, que mais tarde afirmou que Fernando foi assassinado pela AP.

Cinco dias antes, a Comissão da Verdade – formada para investigar e apurar os crimes da ditadura – havia trabalhado com material que refuta completamente as declarações do presidente golpista. No último dia 24, o órgão incluiu o atestado de óbito de Fernando em seu sistema. O atestado diz que o ex-membro da AP “faleceu provavelmente no dia 23 de fevereiro de 1974”, “em razão de morte não natural, violenta, causada pelo Estado brasileiro, no contexto da perseguição sistemática e generalizada à população identificada como opositora política ao regime ditatorial de 1964 a 1985”.

Como já fez diversas vezes em sua carreira política, Bolsonaro voltou a defender a ditadura criminosa dos militares e as torturas, execuções e desaparecimentos causados por ela. E, também como de costume, colocou a culpa disso tudo na esquerda, que foi a principal vítima desses crimes. Tratam-se de declarações cínicas de um covarde, que sempre esteve ao lado da repressão aos que são incapazes de se defender.

Esse é mais um dos motivos para colocar abaixo o governo Bolsonaro, derrubar o presidente ilegítimo e defensor da ditadura. Fora Bolsonaro!

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